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07/07/2008 - Diário do Grande ABC Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes na internet têm eletrônicos como alvo

Por: Mauro Fernando


Comodidade e preço atraem cada vez mais pessoas às compras online. Pesquisa da e-bit Informação, especializada em comércio eletrônico, indica que o faturamento cresceu 49% no primeiro trimestre frente igual período de 2007: de R$ 1,23 bilhão para R$ 1,84 bilhão.

O aquecimento aumenta a preocupação com a segurança dos negócios na web. Levantamento da Unisys, empresa de Tecnologia da Informação, aponta que 43% dos brasileiros consideram a rede mundial de computadores insegura para transações.

"Compras fraudulentas, quando usuários enganados têm seus dados utilizados por terceiros, podem acontecer em todas as categorias de venda", admite o consultor de varejo online da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Gastão Mattos. "Porém, são mais usuais nos artigos de melhor preço para revenda, como eletrônicos e equipamentos de informática."

Segundo o consultor, o setor se esforça para "blindar" as vendas no segmento, cujo faturamento no primeiro semestre deve alcançar R$ 3,8 bilhões, na estimativa da e-Bit. O tíquete médio (valor gasto pelos consumidores) subiu de R$ 295 para R$ 319 no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 45% em relação aos três primeiros meses de 2007.

BANCOS - "Os investimentos em segurança e em mecanismos de prevenção são bastante significativos. As principais lojas do mercado, assim como bancos e empresas de pagamento eletrônico (cartões de crédito, por exemplo), têm na internet canal estratégico para seus negócios", diz Mattos.

Não há números relativos a prejuízos das empresas, segundo Mattos. "Contudo, estima-se que o problema, embora exista, está perdendo relevância, uma vez que o volume de transações corretas e bem-sucedidas pela internet cresce em proporção muito maior do que o crescimento das fraudes online." Para consultor, o número de compradores pela web deve crescer 30% neste ano.

Os aborrecimentos dos internautas não se limitam ao furto de informações. Mercadorias com defeito ou problemas na entrega são as reclamações mais comuns. "Uma vez comprei um produto relacionado a videogame e não me entregaram", afirma o empresário Deive Caramello, de Santo André.

O técnico em informática Júlio César Chilotti, também de Santo André, já recebeu um telefone celular com defeito. Trocar o aparelho não foi uma operação tranqüila: "Quando você compra, o atendimento é um; quando reclama, é outro".

Caramello gasta mensalmente cerca de US$ 100 em compras pela internet, principalmente em produtos eletrônicos. E Chilotti compra CDs, livros e DVDs, gastando até R$ 250 nas lojas virtuais a cada mês.

Golpe por e-mail ‘pesca' dados pessoais

Pesquisa da fabricante de antivírus McAfee em dez países, divulgada dia 1º, aponta que o Brasil é o segundo maior receptor de spams (mensagens em massa não-solicitadas). Os EUA atraíram 22% dos spams e o Brasil, 15%. Do total, 0,1% foram classificados como phishings, um conto-do-vigário virtual que ‘pesca' dados de internautas desatentos.

Esse golpe não traz anexos. O internauta recebe um e-mail ‘estimulando' a clicar em um link para furtar informações pessoais e utilizá-las ilegalmente. O consultor Gastão Mattos considera "fundamental que o usuário somente realize transações pela internet em computadores pessoais ou de seu controle e confiança plena".

Mattos adverte que o golpe deriva de mensagens eletrônicas. "Sejam positivas (‘você foi sorteado e ganhou'), negativas (‘por falta de pagamento, seu CPF está sendo bloqueado') ou para despertar curiosidade (‘veja aqui vídeo inédito sobre a queda do avião')."

Para o técnico em informática Júlio César Chilotti, navegar na internet é um perigo constante. "Há risco em qualquer site", alerta. Ele recomenda atualizar o programa antivírus e não transmitir nenhum dado nem digitar senhas bancárias.

Para proteger-se de golpes virtuais, o empresário Deive Caramello adquire produtos somente em sites de sua confiança e também usa antivírus. "Nunca tive problemas com roubo de informações."

Mattos cita mais um tipo de crime eletrônico: "Lojas falsas, que apresentam ofertas mirabolantes, com preços muito abaixo das principais, e são criadas para iludir os usuários, que pensam estar comprando algo, mas estão, na verdade, alimentando banco de dados para aplicação de outros golpes."

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