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04/07/2008 - Primeira Edição Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Delegado geral busca recursos para Polícia Civil em Brasília


O delegado geral da Polícia Civil, Marcílio Barenco, participa na tarde de hoje (04), em Brasília, da posse do novo secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, a convite do ministro da Justiça, Tarso Genro. A posse está prevista para 16h30, no Salão Negro do Ministério da Justiça. Na capital federal, ele também tentará agilizar a liberação de recursos para a execução de projetos que visam o combate à criminalidade em Alagoas.

No final do mês passado, o delegado geral recebeu a garantia do secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, de que Alagoas terá, num prazo máximo de 90 dias, um laboratório contra a lavagem de dinheiro. Os equipamentos para a montagem do laboratório, que é único no Estado, foram requeridos por Barenco ao Ministério da Justiça e passará a ser uma ferramenta inédita para o combate ao crime organizado no Estado.

Marcílio Barenco informou que a ajuda federal é indispensável para a efetivação dos projetos que o governo de Alagoas desenvolve para o enfrentamento à violência. “Precisamos nos equipar para enfrentar o crime”, disse.

Educador, ex-presidente da Anistia Internacional - Seção Brasileira e com 20 anos de trabalho como consultor de polícias no Brasil, Ricardo Balestreri, 49 anos, assume a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, após três meses de interinidade. Como meta principal, o novo secretário pretende ampliar a convergência entre a atuação repressiva policial e o respeito aos direitos humanos.

"Precisamos superar uma visão antagonista que concebe direitos humanos e polícia como inimigos. Num país democrático, os policiais devem ser protagonistas do processo civilizatório. E se o preço de deter um bandido é tirar a vida de um inocente, ele nunca deve ser pago", defende.

Os planos do secretário são ambiciosos em relação aos resultados das ações implantadas pelo governo federal, sobretudo o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). A promessa é de que em 12 meses a população brasileira comece a sentir melhorias práticas no seu dia-a-dia: "Já estamos construindo uma realidade objetiva para que, sem nenhum exagero, daqui a um ano a gente já possa perceber objetivamente a diferença nos índices de violência e criminalidade em todos aqueles lugares onde a malha de polícia comunitária estiver presente", afirmou.

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