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04/07/2008 - O Popular Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia apreende 10 toneladas de roupas falsificadas em Jaraguá

Por: Patrícia Drummond


Cerca de dez toneladas de roupas falsificadas – segundo estimativa da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon) – foram apreendidas ontem, em Jaraguá, a 139 quilômetros de Goiânia. Durante a operação Roupa Suja foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e 12 donos de facções foram detidos.

De acordo com o titular da Decon, José Correia Barbosa, os policiais civis encontraram calças, calções, saias, camisas e camisetas de várias grifes em facções de produção e depósitos espalhados por Jaraguá. “O levantamento já vinha sendo feito há algum tempo, em torno de três meses, a partir de denúncias que recebemos. Preliminarmente, já esperávamos que o resultado dessa operação fosse um dos mais significativos na história da Decon, nesse tipo de pirataria”, afirma.

O delegado calcula que chegue no mínimo a R$ 600 mil o valor total das mercadorias apreendidas. Segundo ele, cada calça era repassada no atacado, pelos falsários, a valores entre 40 e 60 reais; as camisetas, por cerca de 30 reais. Iniciada às 6 horas de ontem, a Operação Roupa Suja constatou o envolvimento de pelo menos cem pessoas – de forma direta e indireta – na produção ilegal dos vários itens de vestuário.

Má fama

Fabiana Sabatini, advogada das marcas Colcci e Lacoste, veio de São Paulo exclusivamente para acompanhar a operação. Ela conta que os proprietários das grifes acionaram o escritório jurídico após receberem várias reclamações de clientes. “Todos sabem que, aqui, a falsificação rola solta. Nada mais justo que os verdadeiros donos da marca se sintam prejudicados e solicitem ações para coibir a produção e o comércio de roupas falsificadas”, diz Fabiana.

Embora as duas marcas representadas pela advogada tenham sido as principais requerentes da ação policial, diversas outras grifes conhecidas no mercado foram vítimas da falsificação em Jaraguá. Para o delegado José Correia, o trabalho da Polícia Civil não basta para coibir essa prática ilegal, que vem persistindo ao logo dos anos no Estado.

“O ideal seria que houvesse um trabalho permanente e conjunto, entre órgãos públicos e entidades de classe, de conscien–tização sobre esse tipo específico de crime”, sugere Correia. “Essas pessoas precisam ser alertadas e estimuladas dentro da perspectiva de desenvolverem suas próprias marcas, em vez de falsificarem produtos”, acrescenta.

Na operação realizada ontem, atuaram 40 policiais da Decon. A maior parte da mercadoria apreendida seria repassada a sacoleiros ou vendida para Estados das Regiões Norte e Nordeste do País.

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