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03/07/2008 - Jornal O Nortão Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PJC pede prisão de deputada e mais três envolvidos em esquema de desvio de dinheiro da Câmara


A Polícia Judiciário Civil pediu nesta quinta-feira à Justiça a prisão preventiva de quatro pessoas acusadas de participação no esquema de desvio de dinheiro da Câmara de Vereadores de Cuiabá que teria sido comandado pela atual deputada estadual Chica Nunes (PSDB). Os nomes ainda não foram revelados oficialmente, mas a polícia pediu a prisão da tucana, que presidiu o Legislativo municipal em 2005 e 2006.

Chica foi indiciada na última segunda-feira por formação de quadrilha, peculato, falsidade ideológica, falsificação de documento público e particular e coação de testemunhas. As investigações, iniciadas em julho do ano passado, apontaram fraudes em processos licitatórios realizados em 2005 a 2006 e desvio de R$ 6.695.998,24 dos cofres da Câmara.

A polícia diz ter comprovado que o esquema funcionava a partir de empresas fantasmas abertas em nome de laranjas e notas clonadas. Trinta testemunhas foram ouvidas e onze pessoas interrogadas e indiciadas. “Ficou tudo comprovado. São 37 volumes em provas documentais e testemunhais”, disse a delegada Maria Alice Amorim.

Além da parlamentar, a polícia indiciou Silas Lino de Oliveira (representante da maioria das empresas que participavam e venciam as licitações simuladas), Ana Maria Franco de Barros (contadora e responsável pela constituição das empresas em nomes de laranjas), Alessandro Roberto Rondon de Brito (secretário-geral da Câmara em 2005 a 2006), Gonçalo Xavier Botelho Filho (secretário de finanças), Marcelo Ribeiro Alves (marido da Chica) e os irmãos dela, Benedito Élson Santana Nunes e Élson Benedito Santana Nunes. Três empresários também foram indiciados, mas os nomes estão sob sigilo.

Em entrevista após prestar depoimento por quatro horas na segunda, a deputada estadual negou ter havido desvio de dinheiro da Câmara de Vereadores de Cuiabá, mas afirmou ter errado “ao confiar demais”.“O meu pecado foi confiar demais (nas pessoas). Vou provar inocência e tudo será resolvido. Não sabia de esquema. Não posso admitir que havia esquema. Não concordo que tenha havido. Não há provas”, disse.

Também na segunda, o advogado da parlamentar, Ricardo Almeida, rechaçou a possibilidade de haver prisão. “Em primeiro lugar, trata-se de uma deputada, portanto, precisaria haver flagrante por crime inafiançável. Em segundo lugar, não há motivação. Não houve coação de testemunhas (durante o inquérito)”./ Mais informações a qualquer momento.

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