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27/06/2008 - Correio da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Receita apreende mercadorias falsificadas de grifes famosas

Por: Graciela Alvarez


A Receita Federal apreendeu cerca de mil bolsas, 500 óculos e 25 carteiras falsificadas de grifes famosas, como Prada, Louis Vuitton e Gucci, que estavam sendo vendidas em três restaurantes no centro da capital baia-na. A ação, conhecida como Operação Tigres Asiáticos, teve o apoio da Polícia Civil e foi realizada com o objetivo de combater o comércio de mercadorias falsificadas e descaminhadas – prática utilizada com o intuito de burlar a legislação tributária no Brasil. De acordo com a Receita, os objetos estão avaliados em R$60 mil.

Sem divulgar o nome dos estabelecimentos, o delegado responsável pela operação, Adailton Adan, diz que os restaurantes estão situados nas avenidas Joana Angélica, Sete de Setembro e Carlos Gomes. “Os proprietários são dois irmãos, filhos de chineses. Um deles nos disse que chegou ao Brasil quando tinha 6 anos”, afirma. Segundo o delegado, eles não apresentaram as notas fiscais das mercadorias e ainda informaram que foram compradas na Avenida 25 de Março, em São Paulo.

As mercadorias foram encaminhadas para perícia e os dois responsáveis pelos estabelecimentos já foram intimados a comprovar a regularidade da importação dos produtos sem marca oriundos da China e da Itália. Os dois irmãos foram intimados para prestar depoimentos à polícia hoje pela manhã, na sede da Polícia Civil, na Piedade.

De acordo com o delegado, a polícia só pôde participar da operação porque recebeu uma representação de um escritório de advocacia de algumas destas marcas famosas. Ele explica ainda que o crime de falsificação pode resultar de dois a quatro anos de cadeia mais multa. Já o de contrabando e descaminho, que consiste na sonegação de impostos de importação, pode chegar a quatro anos de prisão.

“Agora, se for comprovado que os óculos que eles vendiam causam danos à saúde, por exemplo, eles ainda podem responder por crime relacionado à legislação do consumidor, podendo chegar até 12 anos de prisão”, finaliza o delegado.

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