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26/06/2008 - Gazeta do Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

300 pessoas podem ter sido vítimas de falso banco

Por: Gladson Angeli e Fabiula Wurmeister


Pode chegar a 300 o número de pessoas vítimas da quadrilha que mantinha uma falsa instituição financeira em Curitiba. De acordo com a Polícia Federal (PF), o esquema fraudulento movimentou cerca de R$ 18 milhões em um ano e meio. Cinco pessoas suspeitas de envolvimento no esquema foram presas na terça-feira (24) durante a Operação Loki. Nesta quinta-feira (26) a polícia apresentou 18 armas apreendidas na casa dos detidos.

De acordo com o delegado Igor Romário de Paula, chefe do departamento de repressão a crimes financeiros da PF, a análise dos documentos apreendidos durante a operação revela que entre as vítimas do golpe estão empresas e jogadores de futebol que atuam no Brasil e no exterior. A estimativa inicial da polícia era de que 80 pessoas tinham caído no golpe.

Também foram apreendidos dois silenciadores e grande quantidade de munição. A polícia ainda não conseguiu relacionar as armas com o esquema utilizado pela quadrilha. Para atrair as vítimas, os golpistas prometiam rendimentos mensais de até 7% para os investimentos. Entre os detidos estão dois funcionários do banco HSBC. Os nomes dos presos não foram divulgados pela PF por ordem da Justiça.

Segundo a polícia, os acusados se valiam da estrutura e da posição que ocupavam no banco para seduzir as vítimas. Os interessados eram levados a fazer depósitos na conta do chefe da quadrilha, gerente de crédito imobiliário do banco. Um sobrinho e outros familiares exerciam a função de captadores, recebendo comissões sobre os rendimentos. Entre os bens apreendidos, estavam diversos papéis com a marca do HSBC Bank Brasil S/A, provavelmente utilizados para dar veracidade à fraude.

O HSBC divulgou nota afirmando que colaborou com as autoridades federais, viabilizando o acesso a elementos indicativos de prova das ações criminosas. Ainda na nota, o HSBC ressaltou que as ações dos suspeitos ocorreram fora do âmbito do banco e que são "totalmente estranhas e alheias às operações da instituição e de seus clientes."

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