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26/06/2008 - Gazeta do Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Paraná e Atlético se consideram imunes a possíveis fraudes

Por: Sabrina Coelho


As dores de cabeça com a fraude de ingressos –, hoje vividas pelo Coritiba – ao que tudo indica, não ameaçam atingir Atlético e Paraná. Isto porque estas equipes utilizam outro sistema de comercialização de entradas.

No caso de rubro-negros e tricolores, ao contrário do sistema adotado pelos alviverdes, os bilhetes são emitidos somente no momento da venda, não existindo a possibilidade de impressão antecipada, o que garantiria uma maior segurança.

“A empresa que contratamos só fornece o pré-ingresso e a máquina que imprime as informações. Todos os dados do jogo são confeccionados na hora”, assegura João Carlos Sousa, diretor de relacionamento do Atlético.

Além disso, o processo seria feito através de um sistema de informação online interligado. Quando, por exemplo, o torcedor compra um tíquete, no momento em que a mesma é produzida no guichê, os dados são então registrados automaticamente na central controlada pelo clube. Assim, toda venda poderia ser monitorada em tempo real.

“Nós temos o controle do que está sendo vendido em cada setor. Podemos monitorar na hora do jogo em que catracas está havendo maior movimento, quantas pessoas estão entrando e até aquele que comprou o ingresso e não foi ao estádio”, garante o vice-presidente do Paraná, Márcio Villela. “Com a empresa anterior não tinha nada disso. Aí você já vê a fragilidade”, completa.

A “empresa anterior” a que Villela se refere é justamente BWA, que hoje atende o Coritiba. No Paraná o serviço era utilizado quando o clube mandava seus jogos no Pinheirão, mas foi substituído quando a Vila Capanema voltou a receber as partidas. “Na época, avaliamos o que tinha de solução no mercado e o que nos chamou a atenção foi a Task Sistemas”, conta o vice-presidente.

Outra vantagem da Task identificada pelos dois clubes é a facilidade dos Smart Cards. Com eles, o sócio-torcedor e os proprietários de camarotes podem, simplesmente, fazer a recarga de seus “cartões ingressos” por telefone ou pessoalmente.

Mais um ponto em comum entre os dirigentes é a tranqüilidade que o atual sistema proporciona.

“Se alguém copiar nosso ingresso, não passa na catraca, porque não está registrado no nosso banco de dados. Dá como inexistente”, diz o atleticano. “O problema que o Coritiba teve, no nosso sistema, seria identificado imediatamente”, finaliza o tricolor.

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