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26/08/2006 - Jornal de Jundiaí Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Comércio tem aumento de cheques clonados

Por: Carolina Denardi


A emssão de cheques fraudados aumentou em todo o País e Jundiaí não foge à regra. Num posto de gasolina da cidade, além do prejuízo com cheque sem fundo, que já chegou a R$ 7 mil, esta semana a emissão de dois cheques clonados interferiram na rotina do estabelecimento comercial, ocasionando perda de R$ 205.

Segundo a gerente do posto, Cristiane Bianchin, esse não foi o primeiro caso em posto de gasolina, porque ao registrar o boletim de ocorrência foi informada que o mesmo golpista já havia feito outras vítimas no comércio local, nas últimas semanas.

"Consultamos o SCPC antes de receber o cheque, mas a pessoa não tinha o nome sujo", destaca Cristiane. Pesquisa divulgada pela Telecheque, empresa especializada na concessão de crédito no varejo, indica crescimento em julho de 14,29% na emissão de cheques fraudados no País, na comparação com o mesmo período de 2005. Para o vice-presidente da empresa, José Antônio Praxedes Neto, o aumento no índice de cheques fraudados está diretamente ligado ao aumento do número de cheques clonados no mercado. A forma preferida dos fraudadores é a impressão de cópias em alta qualidade de cheques verdadeiros, falsificação mais difícil de identificar do que rasuras ou outros tipos de fraude. De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e região, Valdemar Bertazzoni, Jundiaí acompanha o aumento de fraudes registrado em todo o país, mas o número de cheques clonados emitidos no comércio local ainda é menor que o de cheques sem fundo. Bertazzoni acrescenta que em períodos sazonais como maio, por exemplo, quando é comemorado o dia das mães, é comum aumentarem as fraudes e, esse aumento acaba refletindo nos índices de junho e julho.

Bertazzoni destaca, porém, que diferente de quando a pessoa emite um cheque e depois acaba se perdendo com os gastos e ficando sem crédito, a emissão de cheque clonado é um golpe e deve ser denunciado pela vítima junto ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) para que outros comerciantes sejam comunicados sobre o infrator por meio do Alerta, serviço prestado pelo SCPC.

O presidente da Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, Ricardo Diniz, explica que o clone de cheques foi muito comum há um ano e meio, depois diminuíram as ocorrências, até pelo fato de o comerciante ficar mais atento, e agora está de volta. A orientação de Diniz para proteger o comerciante é que ele evite receber cheques sem antes consultar a procedência do mesmo. "Temos disponível para consulta o SCPC e, para os comerciantes que recebem grande volume de cheques disponibilizamos uma máquina de identificação, a qual pode sinalizar um cheque clonado, por funcionar como um raio-x com as informações do correntista", explica.

Diniz salienta ainda que a máquina de identificação do cheque pode ser disponibilizada a qualquer comerciante interessado e muitas vezes acaba sendo fornecida gratuitamente, dependendo do volume recebido pelo estabelecimento comercial. "É comum fornecermos a máquina a supermercados e postos de gasolina", informa Diniz. O comerciante interessado em obter mais informações sobre fraudes e os custos para obter a máquina de identificação de cheques deve entrar em contato com a Associação Comercial Empresarial de Jundiaí, pelo telefone 4583-4300.

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