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24/06/2008 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Força-tarefa inicia combate contra gasolina adulterada em SP


Uma força-tarefa recomeçou nesta terça-feira (24) o combate à adulteração de gasolina em São Paulo. Fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Prefeitura e da Polícia Fazendária interditaram seis postos.

E os repórteres do Jornal Nacional revelam um lugar onde um em cada dois postos vende combustível fora dos padrões. Em nenhuma outra cidade da Grande São Paulo os testes indicam tamanha fraude quanto em Guarulhos.

Dos 400 postos do município, 200 vendem gasolina batizada, segundo levantamento do sindicato que representa o setor. Em uma das principais avenidas da cidade, a competição para ver qual deles é mais eficiente na fraude.

A reportagem do Jornal Nacional levou a amostra do posto da Avenida Guarulhos, 2083, para o técnico em combustíveis do sindicato dos donos de postos. Resultado: a mistura tem solventes e 46% de álcool, quando o máximo permitido é 26%. E quem consegue achar o dono do posto?

Já o teste dos posto Redenção, também na Avenida Guarulhos, 2316, a gasolina tem 46% de álcool e está contaminada por solventes. E nem sinal do do dono do posto.

A análise do posto Alegre, de bandeira Hudson, na Avenida Dr. Renato de Andrade Maia, s/nº, demonstra que metade da amostra é de álcool e a outra é de solventes que deixam a mistura totalmente fora dos padrões da gasolina. O frentista bem que tentou achar o dono, mas o telefone deu que não existe.

A última coleta é no posto Estrela, na Avenida Guarulhos – 2200. O teste da proveta revela o campeão da fraude: são 64% de álcool. E nada de gasolina boa.

Na cidade de São Paulo, a força-tarefa começou a trabalhar. Os fiscais estiveram nos três postos da Zona Leste que o Jornal nacional mostrou nesta segunda-feira (23), vendendo gasolina adulterada. Nesta terça, eles não se arriscaram: não foi encontrada gasolina adulterada. Mas o Posto Martha e Branco, da BR, foi fechado por falta de documentação.

Outros quatro postos foram interditados, porque a fiscalização flagrou excesso de álcool na gasolina. Um outro posto, na Zona Sul, também foi fechado. As bombas funcionavam com um dispositivo que fazia o combustível passar duas vezes pelo medidor, o que obrigava o motorista a pagar por uma quantidade maior do que ele colocava no tanque.

E na noite desta segunda sete homens foram presos quando descarregavam solvente em um posto da Zona Leste.

As fraudes constantes tiraram comerciantes sérios do mercado de combustíveis. Alguns, vencidos pela concorrência desleal, mudaram de ramo.

A Agência Nacional de Petróleo informou que a Hudson não existe mais, mas que alguns postos exibem ilegalmente a marca. A diretoria da Bremen afirmou que a rede não vende gasolina adulterada. E que pretende processar o do posto Águia – e romper o contrato com ele.

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