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23/06/2008 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PM prende 3 por aplicar golpes

Por: Ana Paula Bortoloni


A Polícia Militar prendeu ontem três homens acusados de aplicar golpes em Mato Grosso - um deles é lotado na Guarda Municipal de Várzea Grande. A quadrilha foi desarticulada após um deles tentar comprar celular com documentos falsos. O caso é investigado pelo Serviço de Inteligência do 9º Batalhão da PM.

O flagrante ocorreu no final da tarde, na loja da Vivo da avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá. Eduardo Lagari Serqueira, de 25 anos, foi ao local após ter comprado um outro aparelho há cerca de um mês. Na ocasião, ele se apresentou com nome diferente e ontem tentou aplicar o mesmo golpe com outra identificação. Funcionários da loja, ao reconhecerem a foto e o rapaz, acionaram a polícia.

Aos policiais, Eduardo contou que tinha comprado os documentos falsos com o guarda municipal Sérgio Lírios Flores, 34, por R$ 100. Por sua vez, o guarda – que está afastado por ocupar o cargo de presidente do sindicato da categoria - disse que o irmão, Silvio, adquiriu um programa de falsificação de um rapaz identificado como Leandro. A polícia acredita que o quarto nome seja o “cabeça” do bando.

Na casa do guarda, no bairro Jardim dos Estados em Várzea Grande, foram encontradas várias cédulas falsas de RG, com fotos repetidas dele e uma vazada, que funcionava como reserva em caso da quadrilha querer trocar a imagem. Uma espingarda, que também estava no local, foi apreendida. Na casa do irmão dele, os policiais acharam carteiras de trabalho, CPFs e holerites falsificados.

Foram apreendidos ainda um computador, blocos para notas fiscais e carimbos com nomes dos órgãos responsáveis pela emissão dos documentos. Neste caso, a quadrilha usava as identidades originais dos funcionários públicos.

A investigação começou há cerca de três meses. Conforme os policiais, a quadrilha já aplicou golpes em diversas lojas da capital e do interior como City Lar e Novo Mundo, por exemplo, adquirindo produtos como televisão e celulares.

Uma das hipóteses trabalhadas pela polícia é de que o bando seria formado por mais pessoas, além dos quatro já identificados. Não há, no entanto, cálculo de quanto já teria sido desviado pela quadrilha nem a informação de há quanto tempo o golpe vinha sendo aplicado.

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