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16/06/2008 - Gazeta Mercantil / Investnews Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-presidente da Samsung nega fraude


Seul, 16 de Junho de 2008 - O ex-presidente do Samsung, Lee Kun Hee, desmentiu as alegações de que tenha sonegado impostos e descumprido suas obrigações fiduciárias na argumentação inicial do julgamento relacionado às acusações que provocaram sua renúncia do maior grupo industrial da Coréia do Sul. As alegações feitas por promotores especiais são falsas, disse Kim Seung Seop, um dos advogados, num tribunal de Seul. Lee, de 66 anos, disse aos repórteres, enquanto deixava o tribunal, que assumirá a responsabilidade se for declarado culpado.
O magnata coreano, o vice-chairman Lee Hak Soo e o presidente Kim In Joo pediram demissão depois que foram indiciados em abril por supostamente causar perdas na Samsung ao ajudar o filho do ex-chairman a obter o controle de unidades do grupo. Lee, que deixou o cargo depois de comandar a Samsung por duas décadas, foi também acusado de sonegar US$ 109 milhões em impostos. O tribunal tem até meados de julho para tomar uma decisão.
"As questões que envolvem a má administração ou a sucessão de controle já foram esclarecidas, então o que resta para os tribunais decidirem é se essas ações quebraram a lei", disse Kim Sunwoong, diretor-executivo do Centro para a Boa Governança Corporativa, um instituto de pesquisa independente sediado em Seul. As renúncias provocaram a reforma administrativa em todas as áreas do grupo, um império empresarial de 59 companhias que inclui a Samsung Electronics, maior fabricante de chips da Ásia, celulares e displays de cristal líquido. O filho do ex-chairman, Lee Jae Yong, está sendo transferido para a China.
Os investigadores iniciaram em janeiro a investigação das alegações de corrupção na Samsung depois que o ex-advogado principal do grupo, Kim Yong Chul, alegou que a Samsung desviou fundos para praticar subornos. Os promotores disseram em abril que Lee Kun Hee descumpriu suas obrigações fiduciárias porque sabia das emissões ilegais de bônus feitas pela Samsung Everland, a verdadeira empresa holding do grupo, e pela Samsung SDS, uma companhia de tecnologia de informação que não está listada na Bolsa. Além disso, eles disseram que Lee sonegou impostos sobre renda ao negociar ações de unidades da Samsung via contas ocultas mantidas por outros executivos.

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