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11/06/2008 - O Barriga Verde Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe do seqüestro assusta moradores de Taió


Moradores da cidade de Taió foram vitimas de um golpe já conhecido pela polícia está assustando um número crescente de pessoas. Pelo monos seis pessoas foram vítimas do crime na manhã de hoje em Taió.

O anúncio, por telefone, do falso seqüestro de um parente vem assuntando moradores de varias cidades do país. Pelo menos seis pessoas foram vítimas do crime na manhã desta quarta-feira em Taió.

Depois de escolher um número, geralmente de forma aleatória, a maioria dos criminosos faz uma chamada a cobrar, em um celular pré-pago, e coloca na linha uma pessoa gritando ou chorando, para simular o desespero do suposto refém.

A voz - muitas vezes as quadrilhas usam gravações - some rapidamente, sem dar tempo para que o parente tente trocar algumas palavras, o que aumentaria o risco de a farsa ser descoberta. Em seguida, começam as ameaças. A ligação costuma ocorrer de madrugada, entre 4 e 5 horas, para pegar a vítima com sono e desprevenida.

Prevenção

Apesar do susto que tal golpe representa, existem várias formas de identificar a ação criminosa. Uma dessas é se ocorrer a exigência da compra de cartões de telefone celular. "O falso seqüestro, assim como outros golpes, nasceu da necessidade de presidiários por crédito nos celulares pré-pagos para se comunicarem", disse o delegado Fábio Pinheiro Lopes, titular da Delegacia de Estelionatos do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic- SP).

"O uso de vozes ao fundo para simular o seqüestro é só uma variação para aterrorizar as vítimas." A recomendação dele é que o interlocutor não passe nenhuma informação que possa ajudar o criminoso a dar mais veracidade à história. "Eles ficam à espera de a vítima falar o nome de algum filho."

Segundo Lopes, os primeiros registros desse tipo de crime ocorreram em 2004, com ligações feitas por celulares de detentos do Complexo de Bangu, zona oeste do Rio. Aliás, todas as pessoas ouvidas pelo Estado descobriram depois que receberam telefonemas do Rio ou de cidades do interior fluminense, como Volta Redonda.

A Delegacia de Estelionatos de São Paulo identificou, há um mês, golpistas que usam aparelhos do Nordeste, mas, nesse caso, enviam torpedos com a suposta premiação de um carro zero-quilômetro, só entregue após a compra de créditos telefônicos.

O delegado afirmou também que há dificuldade em contabilizar o falso seqüestro. "As pessoas não costumam fazer boletim de ocorrência, muitas vezes por medo." Ele considera, porém, que a freqüência desse crime vem diminuindo, porque a população está mais atenta.

A Secretaria da Segurança Pública não tem um levantamento detalhado desse tipo de crime. Também não há enquadramento jurídico específico: a ação pode ser classificada num B.O. como tentativa de estelionato ou como extorsão - quando a vítima repassa algum valor ao criminoso, para que o suposto refém seja liberado.

Com informaçõe do G1.

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