Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

10/06/2008 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Álvaro Lins alega inocência e chama PF de 'polícia política'

Por: Alexandre Rodrigues


RIO - O deputado estadual do Rio Álvaro Lins (PMDB) discursou pela primeira vez depois da operação da PF. No plenário, o deputado chamou a PF de "polícia política", fazendo coro com as queixas feitas ontem pelo ex-governador Anthony Garotinho sobre a corporação. Garotinho também foi denunciado pelo Ministério Público com base na investigação da PF, que o apontou como sustentáculo político da quadrilha de policiais civis supostamente liderada por Lins, envolvida no loteamento de delegacias para a arrecadação de propinas com empresários e bicheiros.

Também nesta terça a mesa diretora da Assembléia Legislativa do Rio aprovou por unanimidade o relatório do corregedor da casa, deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), que recomenda a abertura de processo de cassação do deputado Álvaro Lins (PMDB), alvo da operação Segurança S.A. da Polícia Federal. Lins, que chegou a ser preso há duas semanas, mas foi solto por uma decisão do plenário da Alerj, terá cinco dias para apresentar a sua defesa por escrito e indicar até dez testemunhas de defesa.

Ainda no discurso, Lins afirmou que é inocente. Disse que "não fez nada demais" ao prometer a incorporação de policiais concursados durante a campanha eleitoral e lembrou que o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) também participou de uma reunião com a classe. O deputado também criticou o relatório do corregedor, acusando Luiz Paulo de não ter analisado o teor das investigações.

Luiz Paulo, um dos deputados que votou pela libertação de Lins logo após a sua prisão, afirmou que o objeto da investigação na Alerj é a quebra de decoro. Entre as acusações listadas por ele, está a contratação de policiais envolvidos na quadrilha pelo gabinete de Lins e as suspeitas de lavagem de dinheiro. Lins afirmou que não havia nada contra eles quando foram contratados.

Nesta quarta, o Conselho de Ética da Casa se reúne para apreciar o relatório do corregedor e definir um relator para o caso. O processo pode durar até 90 dias, mas o presidente do conselho, Paulo Melo (PMDB), pretende trabalhar para terminar as instruções antes do recesso de julho.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 206 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal