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09/06/2008 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

GO: vereadores são indiciados por falsificar ata

Por: Márcio Leijoto


Quatro vereadores da base aliada do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), foram indiciados pela Polícia Civil por crime de falsificação de documento público. Antônio Uchôa (PR), Djalma Araújo (PT), Abdiel Rocha e Bruno Peixoto, ambos do mesmo partido de Iris, são suspeitos de forjar a ata da Comissão Especial de Inquérito (CEI) criada para investigar a instalação irregular de 26 instituições de ensino no Setor Bueno, conforme inquérito concluído pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Deccarp).

A delegada Maria Lúcia de Paula Freitas, responsável pela investigação, diz que está comprovada a falsificação da ata de reunião que registra a suposta eleição de Uchoa para presidente da CEI e Araújo, como relator da comissão. O inquérito foi aberto no dia 15 de abril, quatro dias depois da suposta reunião. A confusão começou no dia 13, quando os quatro vereadores teriam aparecido na reunião oficial de abertura da CEI pleiteando os dois cargos.

A principal prova para a acusação, segundo a delegada, foi tirada após o confronto entre as imagens da TV Câmara com a ata da suposta reunião e as assinaturas dos vereadores indiciados. O Instituto de Criminalística de Goiás comprovou diferenças visíveis a olho nu. Outra prova é o relatório da guarda da garagem da Câmara, em que não consta estarem presentes os vereadores indiciados no final da tarde do dia 11 de abril, horário da suposta reunião.

Em depoimento, um dos vereadores teria dito que a publicação da data da suposta eleição dos cargos da CEI teria sido equivocada, e forneceu apenas a fotocópia da ata original desta reunião questionada. Segundo Maria Lúcia, os vereadores entraram em contradição nas oitivas.

Agora, o inquérito segue para o Ministério Público, onde um promotor decide se apresenta ou não denúncia contra os vereadores à Justiça. A pena para este tipo de crime vai até seis anos de prisão. A reportagem procurou os vereadores, por meio de seus respectivos celulares, mas não os localizou. Em entrevistas anteriores à imprensa, eles garantiram a autenticidade das assinaturas e da ata da reunião.

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