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05/06/2008 - Monitor Mercantil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

É o estouro da bolha do crédito consignado?


Inadimplência cresce 11,5% no comércio e alta dos juros complica renegociação
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) identificou, em março, aumento de 11,5% na inadimplência, em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o cancelamento de dívidas pendentes, no mesmo período, subiu apenas 6,9%.

A inadimplência líquida em maio ficou em 9%, alta de um ponto percentual sobre maio de 2007: "Aumento de um ponto percentual é um sinal para se prestar a atenção", alerta a ACSP.

A economista Beatriz Dias David, da Uerj, é mais enfática: "A inadimplência tomou ritmo mais violento do que pensávamos. Como a taxa de juros estava caindo, mesmo que lentamente, na renegociação da dívida sobravam recursos novos mediante alongamento do prazo. O endividamento aumentava, mas com perfil mais longo. Com juros em alta complica, pois o consumidor vai pagar mais caro", compara.

Com a alta dos preços dos alimentos e a mudança das regras para o empréstimo consignado, Beatriz teme que o país esteja criando um problema de saúde pública, pois sobrará menos na renda dos aposentados para comprar remédios.

"Outro segmento de alto risco é o de cartões de crédito. As pessoas foram forçadas a pegarem cartões sem comprovação de renda, pagando juros de até 15% ao mês. Atrasou um mês e a dívida se torna impagável", critica, acrescentando que os próprios bancos estão reconhecendo isso na renegociação. "Mas as financeiras não negociam", ressalva.

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