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02/06/2008 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quebrado sigilo fiscal de líderes da Igreja Universal


SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo decretou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de empresas e de pessoas acusadas de montar um esquema para lavar dinheiro da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A investigação conduzida pelo Ministério Público Estadual (MPE) envolve remessas de divisas para o exterior que seriam recambiadas ao País e aplicadas em empresas controladas pela igreja. O mecanismo serviria para burlar a Receita Federal, escondendo a suposta origem dos recursos: o dízimo dos fiéis.

Os alvos do MPE são praticamente os mesmos que figuraram no inquérito instaurado em 1999 pela Procuradoria-Geral da República para apurar a compra da Record Rio e de outras emissoras. Entre eles estão o segundo vice-presidente da Câmara Municipal de Petrópolis, Claudemir Mendonça de Andrade (PSDB), e outros dois ex-vereadores cariocas - Waldir Abrão e João Monteiro de Castro dos Santos.

Também tiveram seus sigilos quebrados o pastor Márcio de Lima Araújo, ex-secretário de Esportes na gestão de Paulo Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993-1997), e Álvaro Stievano Júnior. Eles são suspeitos de manter ligações com os offshores Cableinvest Limited e a Investholding Limited, nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal no Caribe. Os promotores paulistas também tentaram quebrar o sigilo do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), um dos principais expoentes da igreja ao lado de seu tio, o bispo Edir Macedo, líder e fundador da Universal.

Como parlamentares têm direito a foro privilegiado, o inquérito seguiu para análise do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou o pedido. A quebra de sigilo foi autorizada pelo Departamento de Inquéritos Policiais da Capital (Dipo) com base em relatórios de movimentações financeiras do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Justiça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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