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31/05/2008 - Jornal de Itupeva Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia investiga a “máfia” dos atestados médicos em Jundiaí

Por: Ivan Marcos Machado


A Polícia Civil de Jundiaí passou a investigar denúncia de uma “máfia” responsável pela falsificação de atestados médicos. Responsáveis pelos hospitais Sobam (Pitangueiras), Santa Elisa e Paulo Sacramento, têm colaborado com os investigadores dando informações importantes para tentar acabar com a apresentação nas empresas de documentos irregulares.

A médica Célia Trajano Vieira, 31 anos, que atende no Hospital São Vicente de Paulo, procurou a Polícia Civil para denunciar que seu talão de receituário com o carimbo do Conselho Regional de Medicina (CRM) foi furtado de dentro da própria instituição para a qual presta serviços.

O delegado do 7º Distrito Policial, Luiz Carlos Branco Júnior, disse, ontem à tarde, que são constantes as queixas de hospitais quando existe suspeita de irregularidade.

Ele explicou que a pena para um médico que emite documento irregular é de até um ano de detenção, enquanto que no caso do trabalhador que falsifica esse atestado, a pena prevista pela lei é de até 5 anos de reclusão.

Crime é grave

Segundo o delegado Branco, o crime de falsificação de atestado médico é “extremamente grave”. Ele tem recebido denúncias tanto de médicos, hospitais quanto empresas.

O advogado trabalhista, Carlos Alberto Pedroni, disse que o trabalhador que apresenta atestado falso para o departamento pessoal da empresa onde trabalha está sujeito a demissão por justa causa. “Eu já vi vários processos trabalhistas em que o trabalhador acaba perdendo todos os seus direitos”, explicou.

O Conselho Regional de Medicina (CRM), em São Paulo, informou, ontem, que vários médicos costumam comunicar a instituição do furto de blocos de atestados ou carimbos, para evitar processo por uso indevido.

Porém, o Cremesp informa que, quando há denúncias da população ou de empresas, é instaurado um inquérito paralelo ao da Polícia Civil, para que as medidas necessárias sejam tomadas contra o profissional que agiu de forma errada e ele pode perder registro de trabalho.

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