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29/05/2008 - Jornal da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Penhor domina linhas de empréstimo

Por: Eduardo Idaló


Em tempos de cartões de crédito e cheque especial, o penhor, a mais antiga modalidade de empréstimo, ainda é a saída para muita gente com dificuldades financeiras. De fácil acessibilidade e com baixas taxas de juros, a opção lidera o ranking de empréstimos, se comparada a outras formas de crédito, mas não representa o mesmo desempenho em relação ao volume de dinheiro. Isso porque quem opta pelo penhor retira valores pequenos, segundo o gerente geral da Caixa Econômica Federal (CEF) em Uberaba, Marcos Edmundo França.

"O acréscimo na procura pelo penhor é uma constante e isso se deve ao acesso simplificado ao crédito e, principalmente, pela taxa de juros atraente ao bolso da maioria", afirma França. Em 2007, a agência local da Caixa registrou aumento de 20% na procura pelo serviço de penhor, comparado ao ano anterior.

Enquanto a taxa de juros do cheque especial, por exemplo, está na casa dos 7%, o penhor não custa mais que 1,8% em contratos de até R$ 1 mil e 2,85% em empréstimos maiores.

Além de servir para acudir em momentos de falta de dinheiro, França revela que muita gente utiliza o penhor como caixa forte, ou seja, deixa as jóias no banco e paga os juros por mês, com o intuito de evitar o roubo das peças. "Há pessoas que vão viajar, deixar a casa sozinha e, temendo assalto, trazem as jóias para o penhor. Assim que retornam, resgatam as peças.
O custo é imensamente inferior a um serviço de cofre e segurança em empresa especializada", conta o gerente.

Facilidade. Acessível não só aos clientes da caixa, o penhor dispensa pesquisa cadastral, apresentação de nota fiscal do bem e avalista. A única garantia é a própria jóia. A peça será analisada e, dentro de alguns
minutos, o interessado já sai com o dinheiro no bolso.

Pode ser liberado até 80% do valor da jóia, com prazo de financiamento que vai de 30 a 120 dias. Após o pagamento, as jóias são devolvidas ou o empréstimo é renovado. No caso de inadimplência, a peça pode ir a leilão.

Inadimplência. Segundo França, o volume de inadimplentes do penhor em Uberaba não assusta; pelo contrário, é inferior à média nacional. No entanto, ele alerta para a atenção dos clientes quanto ao pagamento mensal dos juros para evitar a perda das jóias. O último leilão, realizado neste mês em Uberlândia, reuniu peças recolhidas em várias agências da Caixa, de todo o Triângulo Mineiro. O gerente adianta que Uberaba sediará um leilão do penhor previsto para o segundo semestre de 2008.

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