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14/05/2008 - O Popular Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes em obras da Gautama dão prejuízo de R$ 153 milhões


Auditoria da Controladoria-Geral da União em obras da Construtora Gautama pagas com recursos federais constatou irregularidades que deixaram um prejuízo de R$ 153,2 milhões aos cofres públicos.

A Gautama estava no centro do escândalo da Operação Navalha, da Polícia Federal, que investiga fraudes em licitações públicas. Seu dono, o empresário Zuleiro Veras, é acusado de comandar o esquema de fraude com a participação de políticos e funcionários públicos.

O G1 tentou contato com a sede da empresa, em São Paulo, e sua maior filial, em Salvador, mas ninguém atendeu às ligações para comentar a auditoria da CGU.

De acordo com a fiscalização da CGU, foram encontradas irregularidades em 21 convênios para realização de obras em vários estados. O total orçado para execução das obras chegava a R$ 420,3 milhões. Segundo os cálculos da CGU, os prejuízos representam 36,5% dos recursos liberados.

Nesta terça-feira, o Ministério Público ofereceu denúncia ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra 61 pessoas acusadas de envolvimento com as fraudes, entre elas o ex-ministro Silas Rondeau, de Minas e Energia, e os governadores do Maranhão, Jackson Lago (PDT), e de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB).

Em entrevista à série “Governadores no G1” após a divulgação do caso, Jackson Lago e Teotonio Vilela negaram participação em qualquer irregularidade. Rondeau também negou várias vezes envolvimento com as fraudes. O ex-ministro, porém, perdeu acabou perdendo o cargo devido ao escândalo.

Segundo o relatório da CGU, a maior parte das irregularidades está relacionada ao não-detalhamento dos trabalhos executados, direcionamento de licitação, subcontratações por valores muito abaixo dos orçados, superfaturamento de serviços e pagamentos por serviços não realizados.

A CGU informou já ter instaurado três processos administrativos disciplinares e analisa a abertura de outros sete para apurar o envolvimento de funcionários públicos com o esquema.

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