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13/05/2008 - paraiba.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Hackers pagam IPVA com dinheiro de correntistas


A quadrilha que cometia crimes pela Internet, presa pela Polícia Federal na Operação Cardume, utilizava o dinheiro furtado para, entre outras coisas, pagar impostos como água, luz e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Segundo a PF, em um ano, período das investigações, foram desviados cerca de R$ 5 milhões.

A Polícia Federal prendeu 27 pessoas em sete Estados na Operação Cardume. O grupo é suspeito de obter senhas bancárias por meio de um método conhecido como phishing scan - programas que capturam dados digitados por pessoas que utilizam serviços bancários pela web. Segundo a PF, a quadrilha fazia transferências ilícitas para contas de laranjas e pagamentos de contas.

De acordo com o delegado da PF Daniel Justo Madruga, a quadrilha usou pelo menos R$ 300 mil em um ano para pagar IPVA. "Nem só membros da quadrilha foram beneficiados." De acordo com ele, nenhum despachante foi preso.

Conforme a PF, a pessoa que utilizava a quadrilha para pagar o IPVA, desembolsava um valor menor do que o imposto, já que o dinheiro saía das contas dos correntistas, e o IPVA era pago integralmente. O dinheiro otbido com os proprietários dos veículos para o pagamento das contas era dividido entre os membros da quadrilha, segundo a PF, que não especificou a porcentagem que cabia para cada integrante do grupo. Segundo o delegado, "os propretários nem sempre sabiam da fraude"

"A quadrilha retirou em apenas um dia R$ 300 mil da conta de um correntista. O valor foi usado quase que integralmente para pagar IPVAs", isse o delegado. De acordo com Madruga, alguns correntistas lesados já foram identificados e ressarcidos pelos bancos. A fraude atingiu os principais bancos do País.

Laranjas

O dinheiro arrecadado na fraude foi desviado para mais de 100 contas de laranjas, segundo o delegado. De acordo com ele, cada laranja recebia em média R$ 200 para emprestar a conta. Os responsáveis por enviar os spans recebiam R$ 5 mil por semana, segundo o delegado.

O principal investigado pela PF foi preso em Santa Catarina. Ele é gaúcho, tem 33 anos e teve uma passagem por Minas Gerais. Ele já havia sido preso em 2005 na Operação Ponto Com, da PF.

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