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18/04/2008 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça começa terça-feira interrogatório de denunciados em fraudes no mercado financeiro

Por: Germano Oliveira


SÃO PAULO - A Justiça Federal começa, na próxima terça-feira, às 15h, na 2ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a ouvir os acusados presos no mês passado no caso da "Operação Pirita", quando dezenas de pessoas foram presas por fraudes no mercado financeiro internacional. Eles serão interrogados pelo juiz federal substituto Márcio Ferro Catapani, a portas fechadas (o processo corre sob segredo de justiça).

No primeiro dia, serão interrogadas as brasileiras: Regina Célia Santarelli, Márcia Tito Ribeiro, Cíntia Brandolini e Bárbara Cardoso de Mendonça Gomes (todas encontram-se soltas). Na quinta-feira (24/4), será a vez dos estrangeiros: Doron Mukamau, Aron John Anthony Patrick Trainor, Alan Craig Chard e James Michael Nccann (réus presos). As testemunhas de acusação serão ouvidas no dia 25, às 14h30.

A denúncia, oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), foi aceita pela Justiça Federal no 2/4. A Operação Pirita foi realizada pela Polícia Federal em conjunto com autoridades dos Estados Unidos (EUA), e desmontou um esquema criminoso que fraudava investidores do mercado financeiro de vários países, principalmente Inglaterra, Espanha, Austrália, EUA e alguns países da Ásia. Com base em São Paulo, a quadrilha mantinha um call center na capital com operadores de telemarketing fluentes em línguas estrangeiras para convencer investidores de diversos países a venderem as ações de baixo valor a preços irrecusáveis.

Para "garantir" o negócio, os operadores persuadiam os investidores a depositar antecipadamente o valor referente às taxas de corretagem e impostos em contas nos EUA, com a promessa da restituição do dinheiro, o que não acontecia. O israelense Doron Mukamau, acusado de ser o líder do esquema, foi denunciado pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e fraude contra investidores; os ingleses Aron John Anthony Patrick Trainor e James Michael Nccann, o neozelandês Alan Craig Chard, e a brasileira Cíntia Brandolini, pelos crimes de fraude contra investidores e formação de quadrilha; as brasileiras Bárbara Cardoso de Mendonça Gomes, Márcia Tito Ribeiro e Regina Célia Santarelli, foram denunciadas por participação na lavagem de dinheiro da quadrilha, intermediando a compra de imóveis e outros bens.

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