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17/04/2008 - Jornal de Uberaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Tecnologia sofisticada na falsificação de dinheiro preocupa diretoria da Aciu


A falsificação de cédulas do Real está atingindo dimensões sofisticadas e uma nova modalidade de golpe chega a Uberaba: a "lavagem" do papel moeda e a posterior transformação em notas de maior valor. Reclamações têm sido encaminhadas com freqüência à Aciu que está disponibilizando um equipamento antifraude cuja tecnologia é genuinamente uberabense e auxilia na identificação de dinheiro, cheques, cartão de crédito e documentos.
A ação criminosa funciona a partir de uma nota de R$ 1,00 que recebe um tratamento químico que retira toda a coloração mantendo apenas a marca d'água e a fita magnética - essenciais para aferir a veracidade da nota. No papel moeda lavado, os falsificadores imprimem a estampa completa de uma cédula de R$ 50,00.
A tecnologia utilizada é de tão boa qualidade que engana com facilidade até mesmo profissionais mais experientes que a olho nu, enxergam a esfinge (marca d'água) e a fita magnética, mas que por vezes, não conseguem perceber que as especificidades pertencem a uma cédula de R$ 1,00. É a chamada nota falsa de boa qualidade que mantém inclusive, a mesma textura da cédula verdadeira.
Segundo o delegado da Polícia Federal, Márcio Valério de Sousa, no Triângulo Mineiro é grande a incidência de dinheiro falso face a renda per capita ser mais elevada em relação a outras regiões do país. Em Uberaba só nos últimos três anos, segundo o delegado, 371 processos foram instaurados para apurar o crime de moeda falsa.
Para repassar as "notas maquiadas" principalmente as de R$ 50,00 há os que utilizam o golpe da pizza, conforme explicou o delegado Márcio Valério. O solicitante posta-se em um telefone público e liga para a pizzaria efetuando uma compra que não ultrapassa R$ 18,00. Se a pizzaria liga para confirmar o número, o comprador atende normalmente como se falasse de uma residência. Quando o mototaxista chega, a pessoa finge ansiedade e vai encontrá-lo no meio da rua para que este, não perceba a inexistência do endereço. Mais tarde ao conferir o movimento, o golpe é descoberto. "É uma forma fazer caixa a partir do dinheiro falso. Preferível perder a venda a fazer mau negócio quando não tiver segurança", afirma o delegado Márcio Valério de Sousa que recomenda o uso de equipamentos especiais para evitar transtornos.
Atenta a esta realidade e empenhada em alertar e proteger os comerciantes da ação das quadrilhas, a Associação Comercial Industrial e de Serviços de Uberaba pede a máxima cautela, principalmente com a proximidade da ExpoZebu que atrai não apenas turistas, mas também os golpistas.
Uma alternativa para reduzir as "dores de cabeça" é o detector de papel moeda que está sendo comercializado pela Aciu por um preço bastante acessível e de forma parcelada para os associados.
O aparelho possui uma luz especial que evidencia as fibras da nota que tornam-se luminosas quando a cédula é verdadeira. Em contrário, todo o papel permanece fosco.
O presidente da Aciu, Karim Abud Mauad, enfatiza ser importante a adoção de medidas e treinamentos que possam efetivamente, impedir golpes e o conseqüente prejuízo para o setor produtivo como um todo. "É preciso desbaratar essas quadrilhas que aplicam golpes no empresariado e na população local", finaliza.

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