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16/07/2006 - DCI / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Número de empresas golpistas cresceu 6,8% no ano passado


Estudo divulgado na última sexta-feira pela Equifax revelou aumento de 6,8% no número de empresas golpistas no País em 2005. Segundo o levantamento da companhia de análise de crédito, foi verificada a ação de 1.079 empresas fraudulentas contra 1.010 em 2004. De acordo com o Departamento de Pesquisas Especiais da Equifax, que conduziu a pesquisa, o prejuízo com esses golpes pode ter chegado a R$ 64 milhões. Foram 28,1 mil títulos protestados, um aumento de 24% em relação a 2004, além de 17,7 mil cheques devolvidos por falta de fundos, o que representou um crescimento de 43%, na mesma base de comparação.
A Equifax explicou que conseguiu reunir informações sobre as empresas golpistas observando sua própria base de 28 mil clientes, que foram assediados pelas companhias fraudulentas . Segundo o levantamento, os setores mais assediados continuam sendo os de materiais da construção, telefonia, alimentação e materiais elétricos. Porém, o segmento de leasing e financiamento de veículos também foi atingido.
Regiões
A pesquisa apontou que a Região Sudeste apresentou um aumento na presença de empresas golpistas, saltando de 581, em 2004, para 609 em 2005. Nesta região, houve um montante maior em valores negociados, com cerca de R$ 40,3 milhões, ou R$ 10,2 milhões a mais que o registrado em 2004.
A Região Norte registrou um crescimento no volume negociado bastante expressivo e atingiu o valor de R$ 1,7 milhão, aumento de R$ 987 mil na comparação com 2004, embora tenha verificado queda na presença de empresas golpistas, de 29 para 21 casos.
A Região Sul também mereceu destaque, já que voltou a ter um crescimento no registro de empresas golpistas, de 189 para 215. O volume em valores negociados subiu, de R$ 8,8 milhões para R$ 12,3 milhões, entre 2004 e 2005.
O setor financeiro também sofre com fraudes. Grande parte é praticada por pessoas que anunciam empréstimos em jornais, e pedem para o tomador depositar um sinal para a liberação do dinheiro. A liberação não acontece, e a vítima acaba tomando o prejuízo. Muitas ações como esta são denunciadas todos os meses à polícia, e os criminosos utilizam até mesmo linhas de telefone desativadas para entrar em contato com as vítimas.
Mas para os bancos, a maior preocupação é com os financiamentos de veículos e com as operações de leasing. São operações de longo prazo, que geralmente envolvem altos valores, e que, portanto, podem trazer um prejuízo muito grande às instituições financeiras que controlam estas companhias, caso uma empresa fraudulenta contrate esta operação e consiga adquirir o bem antes de ser descoberta.

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