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17/04/2008 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Desmanchada ‘fábrica’ de piratas


Policiais da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Economia Popular (Decon) estouraram um laboratório de reprodução de DVDs e CDs que funcionava numa casa no Jardim Maringá I, em Várzea Grande. O tamanho do laboratório surpreendeu os policiais, que apreenderam no local 47 equipamentos entre computadores e impressoras, usadas para imprimir as capas. Entres as máquinas estão cinco computadores que gravam 10 CDs ou DVDs ao mesmo tempo. O sistema “turbo” leva 10 minutos para gravar cada disco.

O dono do laboratório, o empresário Alírio Garcia do Carmo, o “Bili”, não foi localizado, mas o delegado Nabor Fortunato Dias o indiciou pelo crime de violação dos direitos autorais previsto no artigo 184 do Código Penal.

Conforme os policiais, esse seria um dos maiores laboratórios de falsificação da Grande Cuiabá, mas admitem que outros do mesmo porte continuam em atividade. O esquema de Alírio enviava produtos falsificados para o Pará.

No laboratório, foram apreendidas quase seis mil matrizes, usadas para fazer a reprodução. São títulos de CDs e DVDs de diversos gêneros, entre filmes musicais e principalmente filmes pornográficos de gosto hetero e homossexual. “Com essas matrizes, era possível reproduzir uma quantidade ilimitada”, frisou um dos policiais que participou da apreensão.

Os policiais apreenderam também 1.348 peças piratas entre CDs e DVDs prontas para revender. Eles descobriram que as peças pirateadas eram repassadas aos vendedores várias vezes ao dia. Com isso, conseguiam driblar a ação policial.

No dia anterior, os policiais estouraram outro laboratório, mas de falsificação de capas de CDS e DVDs. Ele funcionava nos fundos de uma empresa de carimbos, na avenida Ari Paes Barreto, no bairro Cristo Rei, também em Várzea Grande.

Foram apreendidos um computador com mais de 2.000 modelos de capas de CDs e DVDs. Com essas matrizes, é possível reproduzir milhares de capas. A quantidade de tinta apreendida demonstra que o esquema era industrial. Os policiais descobriram que as entregas eram diárias.

“O esquema de falsificação está dividindo tarefas. Quem falsifica o disco não faz a capa, que é comprada de outro. E isso tudo é distribuído na Grande Cuiabá. Só que esse laboratório não é único”, explicou o delegado. (AR)

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