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10/04/2008 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Votorantim alerta para cimento falso


A venda de cimento falsificado dentro de sacas do Cimento Poty, da Votorantim, está provocando preocupação para o fabricante e para a população da cidade de Sobral, situada a 233 quilômetros de Fortaleza. A empresa não sabe quantificar o volume adulterado da mercadoria que já foi comercializado, nem quando começou a fraude, mas garante que a ação é pontual, concentrando-se em estabelecimentos não oficiais localizados nos bairros de Vila União e Terrenos Novos, no entorno de sua unidade industrial no município. De acordo com o gerente da fábrica de Sobral, Luiz Flávio Daniel, a ação se dá por meio da compra das embalagens vazias nos canteiros de obras.

Depois de enchê-las com o produto caseiro, as sacas são costuradas e vendidas por preços mais baixos. ´Apesar da adulteração ser manual e primária, ela passa desapercebida para o consumidor convencional´. Já para os profissionais, que lidam diariamente com o produto, é fácil identificar a falsificação. ´O cimento adulterado é muito mais grosso que o original. Sua qualidade é visivelmente inferior´, afirma o executivo, que aconselha: ´Em caso de dúvida, é melhor ligar para o nosso SAC -Serviço de Atendimento ao Consumidor(0800 701 9898)´. Outro procedimento indicado por ele, é evitar comprar o produto de vendedores avulsos.

´Só distribuímos para estabelecimentos comercias oficiais, sejam pequenas lojas ou de grande porte´, afirma Daniel que também chama a atenção dos consumidores para promoções. ´Ao encontrar na venda avulsa sacas de cimento Poty por preços de 30% a 50% inferiores aos praticados no mercado, pode desconfiar que há algo errado´, alerta.

De acordo com o gerente, a última fraude envolvendo a Cimentos Poty ocorreu há dois anos atrás, em Belém do Pará. ´Na época a adulteração ocorreu com a saca de 25 kg, que a empresa acabou retirando do mercado´, lembra o executivo. No Ceará, o procedimento para coibir a prática não chega a esse ponto. ´Estamos tomando medidas legais, no setor jurídico. No âmbito interno, estamos intensificando a vigilância para controlar a saída do produto ou da embalagem da empresa. Além disso, vamos continuar divulgando na mídia para alertar a população e mostrar que não temos responsabilidade nessa ação ilegal´.

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