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08/04/2008 - Cinform Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

SP: Justiça condena falso médico a 27 anos de prisão


O falso médico Alessandro Aparecido Marques Gonçalves, 32 anos, foi condenado a cumprir 27 anos e três meses de prisão, em regime fechado, por ter causado lesões corporais graves em 19 pacientes atendidos por ele em hospitais do município de Lins, no interior de São Paulo.

A sentença, da juíza Ivana Márcia Paula e Silva, da 1ª Vara Criminal de Lins, é de quarta-feira, mas foi divulgada só hoje. Nela, a juíza relata que vítimas tiveram membros debilitados de forma permanente e outras ficaram impossibilitadas de suas ocupações por longos períodos.

Gonçalves trabalhou como ortopedista na Santa Casa de Lins entre agosto de 2005 e janeiro de 2006. Neste período, além de ter causado lesões em 19 pacientes, o falso médico também teria causado a morte do universitário Carlos Henrique Lima da Silva, 18 anos, no Réveillon de 2006, crime pelo qual ainda não foi julgado.

Gonçalves foi preso em 9 de fevereiro de 2006 quando atendia como ortopedista no hospital Vasco da Gama, no Belenzinho, zona leste de São Paulo. Na ocasião, ele usava documentos falsos e o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) de um médico geriatra, Alessandro Campolina Gonçalves.

"As 19 vítimas experimentaram lesões corporais de natureza grave, sendo que quatro das vítimas sofreram debilidades permanentes de membro, sentido ou funções, além da incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias", diz a juíza na sentença, cuja punição foi agravada em um quinto da pena por conta da gravidade das lesões.

De acordo com a juíza, o falso médico sabia o que estava fazendo. "O acusado assumiu o risco de produzir os resultados danosos sendo intensa sua culpabilidade, evidenciada pelas circunstâncias fáticas dos delitos", diz ela na sentença.

O advogado Luiz Henrique Andrade Caetano, que defende Gonçalves, não foi localizado. Ele ainda não respondeu ao Fórum de Lins se vai recorrer ou não da sentença. A pena começa a ser contada quando a carta precatória comunicando a sentença a Gonçalves retornar ao Fórum.

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