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04/04/2008 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Caixa era abastecido com notas falsas

Por: Rodrigo Pereira


Um funcionário da transportadora de valores Prosegur foi preso na noite de anteontem por abastecer caixas eletrônicos do Banco do Brasil com notas falsas, embolsando as cédulas verdadeiras. Gilberto Lopes da Silva confessou o golpe, que praticava havia 20 dias.

Silva foi identificado em investigação interna da Prosegur. Diante das recorrentes reclamações do banco de que caixas estavam sendo abastecidos com notas falsas, auditores da empresa rastrearam planilhas e constataram que Silva sempre estava nas equipes que forneciam o dinheiro forjado. Para evitar fraudes, a empresa não tem equipes fixas e faz constante revezamento dos funcionários.

Após a abordagem dos superiores na sede da empresa, na Barra Funda, zona oeste da cidade, Silva confessou o golpe e foi revistado por seus colegas. Carregava 110 cédulas verdadeiras e 3 falsas. A Polícia Militar foi acionada e dois soldados da 2ª Companhia de policiamento do 23º Batalhão, de Perdizes, deram voz de prisão a Silva.

Encontraram R$ 2.030 em sua carteira e o restante do dinheiro em seu carro, um Gol ano 1997. Silva alegou que guardava o dinheiro no automóvel para não levantar suspeitas da mulher, que seria policial civil. No total, Silva tinha R$ 20.550 em cédulas de R$ 50 falsas e R$ 17.530 - 336 cédulas de R$ 50, 7 de R$ 100, 1 de R$ 20 e outra de R$ 10 - em notas autênticas.

Aos soldados, Silva disse que conseguia as notas falsas em um bar no Capão Redondo, na zona sul. Não deu o endereço de seu fornecedor e falou apenas que ele era o dono do bar e conhecido por todos como Cunha.

Como o banco é vinculado ao governo federal, Silva foi levado para a custódia da Superintendência da Polícia Federal, na Lapa. Caberá à PF conduzir o inquérito, indiciar Silva, identificar o falsificador do dinheiro e checar se, de fato, ele é casado com uma policial e se sua mulher não tem participação no golpe.

Procurado, o Banco do Brasil não informou quantos clientes podem ter sido vítimas do golpe nem como eles devem proceder para trocar as cédulas. A Prosegur afirmou, em nota, que "por meio do sistema de segurança, prevenção e coação a fraudes, identificou a atuação irregular do funcionário."

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