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03/04/2008 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso em MG homem que aplicava o golpe do DPVAT


A Polícia de São Sebastião da Bela Vista, no Sul de Minas Gerais, prendeu um homem acusado de aplicar o golpe do seguro contra danos causados por veículos automotores de via terrestre, o DPVAT.

Como diz o próprio nome, o DPVAT é um seguro que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou por asfalto (vias terrestres).

Este tipo de seguro oferece cobertura em três ocasiões. Em caso de morte decorrente de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos, invalidez permanente total ou invalidez permanente parcial, decorrente de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos.

O valor da indenização é calculado com base no percentual de invalidez permanente enquadrado na tabela de Normas de Acidentes Pessoais. Para esse efeito, leva-se em consideração o laudo médico emitido ao fim do tratamento e, conforme a necessidade, o laudo pericial.

Uma das pessoas a cair no golpe foi a dona de casa Irene Araújo, que perdeu um filho em um acidente de moto. Ela foi procurada por um corretor de seguros, que disse a ela que agilizaria o saque do dinheiro do DPVAT. Ela diz que deu ao corretor os documentos solicitados por ele e até hoje não recebeu nenhum centavo.

De acordo com a polícia, o falso corretor se aproveitava do momento de dor de quem perdeu algum familiar para aplicar o golpe. Ele lembrava as pessoas que haveria um valor a ser recebido, de R$ 13,5 mil, mas que o processo era longo e demorado e oferecia ajuda. Dentre os documentos que a vítima assinava está uma procuração que autorizava o corretor a efetuar o saque.

A Polícia acredita que pelo menos 10 pessoas cairam neste golpe na cidade. Na casa do acusado foram encontrados cartões falsos e documentos em nome de uma empresa de seguros de Pouso Alegre, que nega que o corretor seja funcionário. O delegado Ronaldo Ferrari diz que o golpista tinha crachá da empresa de seguros e agia em nome dela.

O dono da seguradora disse que o suspeito nunca trabalhou lá e que desconhece como ele possuia crachá e cartazes com o nome da empresa. Por telefone, ele também disse à EPTV que a corretora está aberta para investigações e que não tem nada a esconder.

Em casos de morte ou acidente, o dinheiro do DPVAT normalmente é liberado em até 60 dias.

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