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03/04/2008 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende cinco por lavagem de dinheiro

Por: Ricardo Moura


Mais cinco pessoas acusadas de envolvimento com o furto milionário do Banco Central foram presas ontem, durante uma operação realizada pela Polícia Federal no município de Boa Viagem, distante 234 quilômetros de Fortaleza. Os acusados estariam "lavando" parte dos R$ 164,7 milhões furtados em agosto de 2005. Vinte e cinco agentes cumpriram 14 mandados de prisão, busca e apreensão. Com o grupo, foram apreendidos dez automóveis, cinco motocicletas, R$ 3,6 mil em espécie e um cofre ainda fechado.

Entre os presos, encontra-se Geniglei Alves dos Santos, irmã de Antônio Jussivan Alves, o Alemão. Ela está sendo investigada por participação direta no furto milionário e teve a prisão preventiva decretada. A PF acredita que Geniglei atuou como secretária da empresa de fachada Grama Sintética, na rua 25 de Março, de onde partiu o túnel de cerca de 80 metros que levou os criminosos ao caixa-forte do BC.

No mês passado, uma outra irmã de Antônio Jussivan foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro. Jesilene Alves dos Santos, casada com um outro acusado pelo furto ao BC, José Marleudo de Almeida, teria uma extensa lista de bens adquiridos com o dinheiro do golpe: uma casa em Mossoró (RN); três imóveis naquela região; propriedades em João Pessoa(PB) e Natal (RN); veículos de luxo; e uma casa no valor de R$ 125 mil, em Messejana.

O POVO apurou que, além de carros e motos, os acusados também possuiriam imóveis em seus nomes, tanto em Boa Viagem quanto em municípios vizinhos. Além de Geniglei, foram presos Francisca Eliziânia Fernandes da Silva, Rodrigo Leitão da Silva, Edvanda Alexandre de Freitas e Deodato Oliveira Bezerra. Eles tiveram a prisão temporária decretada. Os cincos acusados deverão ser denunciados por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Embora Geniglei e Jesilene sejam irmãs, o grupo desarticulado ontem, em Boa Viagem, não teria vínculo com as 15 pessoas quer estariam lavando dinheiro para José Marleudo de Almeida, o cunhado de Alemão. Uma fonte ouvida por O POVO afirma que, após o furto milionário, as irmãs teriam tomado rumos diferentes, evitando até mesmo comunicarem-se. Os 15 denunciados pelo MPF estão soltos e responderão ao processo em liberdade. A pena prevista para o crime de lavagem vai de três a dez anos de reclusão e multa.

Procurada pelo O POVO, a advogada Erbênia Rodrigues disse que só se manifestaria sobre a prisão da irmã de Alemão quando tivesse acesso aos detalhes da prisão. Ela informou ainda que Geniglei só deverá ser ouvida hoje de manhã, na sede da Superintendência da Polícia Federal.

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