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03/04/2008 - Brazilian Voice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasileiro nega falsificação de documentos na contratação de trabalhadores ilegais


No início de fevereiro, agentes de imigração fecharam uma agência de empregos em Gulf Shores, Alabama, que, segundo as autoridades, forneceu mais de 300 trabalhadores ilegais a vários empregadores na região. O incidente foi destaque na WAAY-TV.

Contratação de ilegais

Alguns dos trabalhadores viviam em um terreno repleto de trailers de posse de Gerald Jones, identificado em documentos da Corte como propretário da agência Skyline Services. Jones não foi acusado e alega que nunca contratou, conscientemente, um imigrante ilegal.

Somente traduções

O brasileiro Roberto Pereira Dias, de 25 anos, funcionário da Skyline, alegou inocência no último 7 de fevereiro, durante audiência realizada na Corte Federal em Mobile (AL), com relação às alegações de que ele tivesse produzido documentos de identificação falsos como parte do esquema. Seu advogado, Bill Scully, disse que seu cliente era somente um intérprete que trabalhou para a agência por 7 ou 8 meses.

Documentos falsos

Scully questionou se tais alegações são consideradas violações das leis norte-americanas, pois seu cliente é acusado de produzir falsas carteiras de motoristas mexicanas.
A agência Skyline operava no interior de duas lojas de conveniência no Condado de Baldwin, Alabama.
Ainda em fevereiro, agentes de imigração confiscaram duas vans de propriedade da Skyline Services e planejam deportar outros 17 trabalhadores ilegais, que haviam sido previamente detidos.

Reentrada ilegal

O Juri apresentou acusações de entrada e reentrada ilegal nos Estados Unidos, após já terem sido deportados do país, contra três indivíduos, incluindo o cunha de Jones, o também brasileiro Joel Pinho, de 61 anos. Segundo documentos da Corte, Pinho administrava o terreno onde se encontravam os trailers. Ele alegou inocência das acusações.

Assumiram culpa

Os advogados dos outros dois réus, Juan Gomez Diego, 23 anos, e Juan Gomez Gaspar, 21 anos, disseram ao juiz federal que seus clientes pretendem assumir a culpa de ter entrado ilegalmente no país.

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