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02/04/2008 - Diário de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificadores de dólares conhecem hoje sentença


O grupo de falsificação de moeda a quem foram apreendidos quase oito milhões de dólares falsos, uma das maiores quantias apreendidas a nível mundial, conhece hoje a sentença no Tribunal de Odemira.

A leitura do acórdão do colectivo de três juízes, agendada para as 14 horas, acontece pouco mais de quatro meses após o início do julgamento do grupo de 13 arguidos, que enfrenta acusações como contrafacção e passagem de moeda falsa.

Nas alegações finais, para os cinco principais arguidos, que apelidou como "o grupo dos falsificadores", o Ministério Público (MP) pediu penas de prisão entre os dois e os oito anos, três delas suspensas, pela co-autoria de um crime de contrafacção de moeda - e pena de multa para um deles pelo crime de falsificação na forma tentada.

Dos restantes arguidos, Hélio Machado, em parte incerta no Brasil, foi declarado contumaz e não foi julgado neste processo.

Para os outros sete arguidos, o MP deu como "integralmente provado que colaboraram na operação da compra e venda dos dólares falsos".

Por isso, para três deles pediu pena de prisão, com execução suspensa, de 18 meses a três anos pela co-autoria de um crime de passagem de moeda falsa - e pena de multa para um deles por ter na sua posse uma arma proibida.

Para os dois arguidos acusados de passagem de moeda falsa, o MP pediu uma pena de multa até 12 meses para um, e um ano de prisão, com pena suspensa, para o outro.

Os advogados dos três arguidos acusados da co-autoria de um crime de passagem de moeda falsa consideraram "excessivas" as penas pedidas pelo MP, defendendo que, em caso de condenação, as penas devem ser suspensas na execução.

Já os advogados dos dois arguidos acusados de passagem de moeda falsa e dos outros dois acusados de cumplicidade num crime de passagem de moeda falsa pediram a absolvição dos seus clientes.

Segundo a acusação do MP, o caso remonta a inícios de 2006, quando três dos arguidos implementaram, em conjunto, um plano que visava a contrafacção, produção e distribuição de notas de cem dólares, num armazém na aldeia de Relíquias, concelho de Odemira.

Até Agosto de 2006, refere a acusação, o grupo terá conseguido fabricar e imprimir dez milhões de dólares falsos, acabando o armazém por ser desmantelado.

A informação chegou à PJ, que, no final de Agosto de 2007, deteve três suspeitos e, em Janeiro, deteve outro, seguindo o rasto do dinheiro e acabando por deter os restantes arguidos, além de apreender quase oito milhões de dólares falsos, uma das maiores quantias apreendidas a nível mundial.

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