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01/04/2008 - Infonet Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende quadrilha que vendia habilitações


A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira, 1º, 14 acusados de comporem uma quadrilha que vendia carteiras nacionais de habilitação. Destes, cinco foram presos em Sergipe, sendo que um deles é policial militar. De acordo com superintendente da PF no Estado, Carlos Rogério Cota, o líder da quadrilha também era um sergipano, irmão do policial.

A operação Contramão envolveu 150 policiais, de Sergipe, Bahia e Alagoas. Neste último também foram realizadas prisões. Outro crime desvendado pela operação, que acontecia em Sergipe, foi o fato de um ex-funcionário da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) de Aracaju estar apagando do sistema multas, mediante pagamento dos infratores.

Habilitações

As habilitações, inclusive de categorias que autorizam transporte de cargas explosivas e produtos químicos, eram vendidas por valores que iam de R$ 1.300 a R$ 2.000. “As pessoas que não tinham condições de tirar habilitação demonstravam interessar pela compra. Foi vendida habilitação até para pessoas com deficiência visual”, disse Cota, em entrevista coletiva.

Além dos mandados de prisão preventiva, foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão de materiais. Todos foram concedidos pela comarca de Tobias Barreto, em Sergipe. O superintendente da PF em Sergipe explicou que as carteiras não eram falsificadas, mas sim o processo para obtenção da mesma.

Dentre os presos estão também pessoas que trabalhavam em auto-escolas. Em Sergipe, estavam envolvidas três dessas empresas, mas seus nomes não foram revelados. Cota disse ainda que as pessoas que compraram o documento deverão ser ouvidas como testemunhas no processo, mas também poderão ser indiciadas por portar falsos documentos.

Os demais, já presos, serão indiciados por falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informações, corrupção e formação de quadrilha. Todos estão recolhidos no presídio de Tobias Barreto. “É importante frisar que nenhum delito foi cometido no âmbito ou com a conivência do Detran de Sergipe”, complementou Cota.

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