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25/06/2006 - Jornal Diário (de Marilia) Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Resgatar ética e moral na política


O conjunto de forças da sociedade civil aos poucos está se organizando e definindo focos, objetivos e metas que resgatem valores morais e éticos na condução das instituições, principalmente aquelas nas mãos de políticos de plantão no Executivo e Legislativo.
Mas a limpeza no exercício do gerenciamento das coisas e causas do Estado brasileiro passa pela necessidade também de depuração de parte contaminada de outras instituições como o próprio Poder Judiciário.

No caso específico de Marília por exemplo a salutar discussão sobre tráfico de influência e outras suspeições no Fórum devem contribuir para dar a necessária segurança à sociedade e salvaguardar a lisura da maioria ética, independente e isenta de servidores, promotores e juízes.

Afinal, pode-se garantir que passa de 95% dos 400 servidores e juízes concursados o número de profissionais com a retidão do caráter e comportamento profissional. É de 100% a confiabilidade dos promotores de justiça e assim por diante entre aqueles que atuam no Fórum de Marília.

Mas como em todos os demais segmentos, ninguém pode querer empurrar para baixo do tapete a sujeira, é preciso que haja debates sobre os problemas e mazelas e busca de soluções e depuração, sem omissões, medos ou resistências.

Meia dúzia conhecidos e de domínio público - e especialmente nos corredores - são hoje os responsáveis pela distorção e generalização contra a imagem do Judiciário, o que é lamentável.

O que não pode existir é creditar apenas ao mundo político males como se nós outros estivéssemos intocáveis.

Há um consenso geral: é necessário aproveitar o momento emblemático de combate à roubalheira e corrupção dos últimos anos e deixar claro que os todos estejamos abertos à apurações e checagens, embora é claro os políticos estejam como maiores e grandes vilões na falta de transparência, essencialmente aqueles que estão ocupando os cargos públicos.

Nada melhor também para uma campanha eleitoral com sociedade e representantes livres para mobilização de conscientização não apenas sobre a melhor escolha para todos os níveis de candidaturas, mas principalmente para combater aqueles velhos e velhacos, conhecidos e reprovados políticos.

Há um movimento silencioso mais agilizado nos bastidores para que a cidade desperte e suas verdadeiras lideranças cumpram seu papel de fiscalização e influência nos destinos das causas e políticas públicas.

Marília ficou nas mãos de poucos ao longo dos últimos 30 anos e há um cansaço natural das figuras carimbadas e que agora estão em processo rápido de desgaste e serão rechaçadas veementemente numa proposta que deve ter primeira fase encerrada até 2008.

A maior preocupação das lideranças que estão articuladas é focar causas nobres de interesses coletivos e éticos bem ao contrário desse estado de coisas que tomou a cidade de assalto nos últimos anos e até agora só trouxe prejuízos.

A degradação de parte dos homens políticos e partidários, verdadeiros traidores e farsantes contra a fé pública, fez o cidadão comum criar rejeição natural contra os políticos e nada mais salutar que agora iniciar um processo de renovação paralelo à rejeição da escória.

Não haverá proposta de voto nulo ou em branco em Marília, mas uma efetiva campanha de respeito ao cidadão, à ética, a projetos de interesses coletivos da região e outros mais amplos.

Também não haverá esse provincianismo de voto em candidatos daqui e dali, mas de escolhas de pessoas literalmente comprometidas com causas pré-definidas e acima de tudo que tenham um currículo defensável, sem corrupção, sem roubalheira, sem truculência, sem mentiras, sem fraudes, sem personalismo e mediocridade.

Nada mais salutar que a multiplicação de candidatos e propostas a serem discutidas não apenas na ladainha, dissimulação e promessas vazias e ridículas de palanques.

Sem contar que só agora na campanha eles voltam às ruas e depois desaparecem e apenas acabam mamando nas gordas e vistosas tetas das Viúvas sejam elas municipais, estaduais e ou federais.

Veja o caso de Marília, que é especificamente nosso grande problema e exemplo de como uma cidade sofre com desmando e mazelas.

Depois de ficar os últimos oito anos nas mãos indevidas de Abelardo Camarinha e sua gente que dispensa maiores apresentações e que podem ser espelhadas na figura de Carlos Umberto Garrossino tem-se a continuidade dos mesmos defeitos e suspeições.

Mas devemos fiscalizar mais e colocar as instituições e sociedade organizada a serviço de vigilância e cobrança de respeito de onde estão enfiando os milhões e milhões de nosso dinheiro gerado por impostos caros e extorsivos. Devemos aproveitar a mobilização na campanha eleitoral.

Como esse país ainda se envolve demais em eventos que desviam e adiam decisões a realidade é que nesse mês por conta da disputa da copa de futebol mundial os debates e as campanhas estarão restritas, mas não podemos deixar do engajamento logo a partir de julho, com debates junto aos veículos de comunicação e outras campanhas fortes e transparentes para cobrar essa gente que quer se eleger.

A partir de julho e até três de outubro é preciso que o movimento das lideranças esteja influenciando os segmentos sociais, formando opinião dos mais humildes seja através de cartilhas, panfletos, jornais e emissoras de rádio.

A campanha partidária de 2006 já terá alguns avanços pois os velhos e velhacos não poderão mais fazer aquela distribuição descontrolada de brindes, quinquilharias e bugigangas que apenas enganavam os eleitores.

Também não vão existir mais aquela parafernália de shows, megaeventos e uso de artistas para atrair público e desfilarem os exploradores da fé pública com aqueles discursinhos enfadonhos.

Vão cair por terra e continuar sendo desmascarados os enganadores que fizeram promessas e mais promessas, usaram aquela ladainha de sempre e no final nunca estiveram realmente comprometidos com as boas causas da população.

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