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27/03/2008 - Invertia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Oito são condenados por fraude acionária de US$ 79 mi


A justiça espanhola condenou oito pessoas hoje por apropriação indevida, entre outras acusações, em um escândalo acionário que causou perdas de 50 milhões de euros (US$ 79 milhões) a trabalhadores braçais e até a um fundo de aposentadoria de policiais. Os investidores foram enganados por uma corretora que prometia altos ganhos.

A corte nacional da Espanha condenou Antonio Camacho, presidente e acionista majoritário da corretora Gescatera, a 11 anos de prisão, o que reflete uma sentença de oito anos por apropriação indevida e três por falsificação.

Os outros sete condenados tiveram penas variando de três a dez anos em um dos maiores escândalos financeiros da história do país. Seis outras pessoas foram absolvidas das acusações relacionadas ao caso.

O veredicto dos três juízes afirmou que a Gescatera mantinha uma aparência de normalidade que era uma fachada, "na sombra da qual havia um esquema premeditado, sistemático e persistente para se apropriar dos bens e capital dos clientes".

Dois bancos ou afiliadas de bancos (Caja Madrid e La Caixa), que manipulavam capital para a corretora, foram considerados culpados e vão se juntar aos condenados para ressarcir os investidores lesados.

Apesar de ser uma pequena corretora, a Gescatera oferecia ganhos de 10% ao ano aos seus investidores. A firma faliu em 2001, quando não conseguiu explicar onde estavam US$ 100 milhões depositados por seus clientes.

No final do processo, os promotores determinaram que o dinheiro faltante estava em torno de US$ 82 milhões. No veredicto desta quinta, os juízes afirmaram que os condenados e os dois bancos vão pagar um total de 88 milhões de euros (US$ 138,25 milhões), referentes a danos e reembolso dos investidores.

O escândalo precipitou, em 2001, o pedido de demissão da presidente do conselho espanhol de regulação do mercado acionário, Pilar Valente. Ela foi acusada de fazer "vista grossa" às falhas da Gescatera. O caso também gerou uma completa investigação do parlamento do país.

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