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12/06/2006 - O Estado de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

48,2% são contra legalização dos bingos, diz pesquisa

Por: Luciana Nunes Leal


BRASÍLIA - Levantamento feito pela Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado durante a CPI dos Bingos constatou uma grande resistência à legalização desse tipo de jogo. Apenas 19,3% dos entrevistados declararam-se a favor a legalização das casas de bingo e das máquinas caça-níqueis. Disseram-se indiferentes 30% dos e 48,2% foram contra a idéia.

Se o jogo fosse legalizado, apenas 15,2% disseram que freqüentariam os locais de aposta. Disseram-se indiferentes à legalização 30% dos entrevistados e 48,2% foram contra a idéia.

Apesar do resultado da pesquisa, o relator da CPI, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), incluiu no relatório final uma detalhada proposta de regulamentação dos bingos, a ser encaminhada à Comissão de Turismo do Senado.

"Se eu não tivesse dúvida, teria encaminhado um projeto direto para tramitação no Senado. Sou pessoalmente favorável à legalização, mas acredito que o debate deve continuar e por isso encaminhei à comissão", justifica Garibaldi. Vários senadores repudiaram a proposta do relator. Mesmo os que votarão a favor do relatório, como Romeu Tuma (PFL-SP), farão ressalvas de que são contrários à regulamentação.

A pesquisa foi feita, por telefone, com 1.072 entrevistados em 111 municípios dos 27 Estados. Foram ouvidos brasileiros de 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 25 de maio. Até na hora de responder sobre os pontos positivos do funcionamento das casas de bingo os entrevistados mostraram contrariedade. A resposta mais escolhida, por 43,1%, foi "não tem característica positiva". Quarenta por cento citaram a geração de empregos como positivo.

Na questão sobre os aspectos negativos, apenas 8% disseram que eles não existem. O pior dos bingos, para 35,3%, é o "incentivo ao vício", seguido da "lavagem de dinheiro", para 31,2%. A pesquisa mostra a ampla preferência pelas loterias. Enquanto apenas 14,8% dos entrevistados disseram já ter freqüentado uma casa de bingo pelo menos uma vez, 58,3% apostaram pelo menos uma vez na loteria. A maioria (27,7%) disse apostar "raramente".

Na hipótese de legalização dos bingos, a maioria dos entrevistados (77,6%) defendeu que existam, dentro dos municípios, áreas especiais para a instalação das casas de jogo. Mais da metade (50,8%) defendeu que os bingos fossem administrados pelo governo, no caso de legalização, e não pela iniciativa privada.

A pesquisa mostrou ainda que os homens jogam mais e são mais favoráveis à legalização dos bingos. Também são os que mais apostam em loterias. Os jovens de 16 a 19 anos são os que menos jogam e mais rejeitam a legalização dos bingos.

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