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13/03/2008 - Angola Press Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Económica detém grupo de falsificadores de documentos diversos


Luanda, 13/03 – Um grupo de três indivíduos, que se dedicava à falsificação e produção de documentos diversos, foi detido quarta-feira, no bairro Palanca, município do Kilamba Kiaxi, em Luanda, pela Direcção Nacional de Inspecção e Investigação das Actividades Económicas (DNIIAE).

Trata-se de António Mampula, do Congo Democrático, de 28 anos de idade, residente no bairro Palanca, Paulo Kiambessa, de 37 anos de idade e residente no município da Maianga e Isaías da Costa, de 26 anos e residente no bairro Tala Hadi, município do Cazenga (estes últimos angolanos), apresentados hoje à imprensa.

O grupo, segundo o intendente Fernando de Carvalho, apanahado em flagrante delito na rua 10, dedicava-se à produção, reprodução e falsificação de Bilhetes de Identidade nacional, passaportes diversos, cartas de condução, cartões de eleitor, cédulas de nascimento, cartões de residência de estrangeiros e certificados de habilitações.

Cartões de membros da FLEC e de outros partidos políticos, mandados de captura do Tribunal Provincial de Luanda, atestados médicos, ordens de tarefas e registo de visitas em nome da polícia económica, capas de discos e todo o tipo de declarações eram igualmente produzidos pelo grupo, apresentado hoje, quinta-feira, à imprensa.

Para o exercício das suas actividades, o grupo, chefiado pelo congolês democrático (que não fala português), técnico de informática, utilizava diverso material, entre eles computadores, scanner, maquinas fotocopiadoras, máquinas de plastificar, carimbos e selos brancos.

Por cada bilhete de identidade os interessados pagavam 800 kwanzas, cartão de residência de estrangeiro, 1.500 kwanzas, carta de condução, 1.200 kwanzas, cartão de eleitor, 500 kwanzas, certificados de habilitações, declarações da polícia económica e de habilitações, 200 kwanzas.

No acto de apresentação, o chefe de departamento de Informação e Análise da DNIIAE, intendente Fernando de Carvalho, disse que a polícia está a dar prosseguimento ao seu trabalho para, possivelmente, descobrir outros componentes da rede, porque, “pela perfeição da falsificação, acredito não ser apenas trabalho desses indivíduos”.

Fernando de Carvalho apela a todos os nacionais e estrangeiros a abdicarem da prática de aquisição de documentos falsos, por ser um “risco grande”, porque os que forem encontrados, para além dos falsificadores, serão também punidos pela lei.

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