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11/03/2008 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF: fraudadores contrataram 16 mil terceirizados

Por: Ernani Alves


A quadrilha de políticos e empresários desarticulada hoje pela Operação Telhado de Vidro da Polícia Federal atuava em duas frentes criminosas na Prefeitura de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense. Segundo o superintendente da PF no Rio de Janeiro, Valdinho Jacinto Caetano, os acusados teriam contratado mais de 16 mil funcionários terceirizados de forma irregular e fraudado licitações de cerca de 70 shows. O esquema teria desviado R$ 240 milhões dos cofres públicos.

Caetano informou que 15 suspeitos foram presos, mas a Polícia Federal divulgou uma lista com apenas 14 nomes. Entre os detidos estão os secretários de Obras, José Luis Maciel Púglia, e de Desenvolvimento, Edílson de Oliveira Quintanilha, assim como o procurador-geral do município, Alex Pereira Campos. A operação mobilizou mais de 150 agentes após oito meses de investigação.

De acordo com Caetano, o esquema envolvendo a contratação de trabalhadores funcionava através da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu e da Fundação José Pelúcio. As duas instituições teriam colocado mais de 16 mil terceirizados de forma irregular para trabalhar em órgãos do governo municipal de Campos.

Ainda segundo o superintendente da Polícia Federal, a outra atuação envolvia fraudes em licitações de shows oferecidos por cinco empresas. "Um show que custava R$ 30 mil, a prefeitura pagava R$ 70 mil. Essa diferença era rateada entre as pessoas dessa quadrilha", destacou.

Também foram presos na operação Telhado de Vidro: os empresários Ricardo Luiz Paranhos de Macedo Pimentel, Santiago Pereira Nunes Perez, Antônio Geraldo Fonseca, Fábio Lucas Fonseca Seves, Stephan Jakimow Nunes e Marianna de Aratanha Pimentel; o presidente da Fundação José Pelúcio, Marco Antônio França Faria; o presidente da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu, José Renato Muniz Guimarães; o gerente-geral de Campos, Francisco de Assis Rodrigues; a radialista Dilcinéia das Graças Freitas Batista; e o coronel do Corpo de Bombeiros Eduardo Ribeiro Neto. Ele não era procurado na operação, mas foi encontrado com armas sem documentação.

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