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07/12/2005 - Estado de Minas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas fantasmas - Prejuízo de R$ 30 milhões

Por: Karla Mendes


O Brasil teve prejuízo de mais de R$ 30 milhões com operações de 744 empresas fantasmas que atuam no país. É o que mostra pesquisa da Equifax, empresa de informação para gestão de negócios. A aplicação de golpes resultou na emissão de 7.869 cheques sem fundos e 13.241 títulos protestados de janeiro a agosto deste ano, um crescimento de 44% nas devoluções e 41,5% em protestos, em relação ao mesmo período no ano passado. As regiões Sul e Sudeste são os principais alvos das empresas golpistas. De acordo com o levantamento, 578 empresas “fantasmas” atuaram nas duas regiões, gerando prejuízo de cerca de R$ 25 milhões. Os setores mais visados nos golpes são o de construção, materiais elétricos e telefonia, com destaque para a venda de aparelhos e linhas de celular.

As fraudes também crescem no restante do país. No Nordeste, o movimento de empresas golpistas saltou de 117 para 124; no Centro-Oeste, de 28 para 30. No Norte, houve estabilidade de 12. “Esse é um fenômeno crescente na maioria das localidades do país, principalmente naquelas onde há intensa atividade econômica”, diz João Otávio Domingues, diretor da Equifax.

Segundo o Departamento de Pesquisas Especiais da Equifax, o período de maturação do golpe, em geral, tem sido de 40 dias. As golpistas costumam agir com transparência na primeira compra, com pagamento à vista ou em dinheiro. Não apontam restrições em cadastros comerciais mais simples, sem detalhamento, quando consultados para o fechamento da negociação. O golpe é quase sempre descoberto após a conclusão da negociação, na entrega da mercadoria ou muitas vezes na segunda solicitação de compra pela empresa golpista.

No Procon Assembléia, 90% das reclamações de golpes se referem a consórcios e empréstimos, segundo o assessor jurídico Renato Dantés Macedo. Mas independentemente da natureza do negócio, ele orienta os consumidores a checarem no Procon se há reclamações contra a empresa. “A pessoa também deve ficar atenta às promessas e guardar todo o material que comprova a oferta”, observa. Macedo aponta que a maioria acaba virando caso de polícia.

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