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06/03/2008 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso homem suspeito de alugar carros e depois revender


Três homens suspeitos de vender carros sem documentos foram presos em flagrante na noite desta quarta-feira , em Brasília, por policiais da 3ª DP (Cruzeiro). A polícia começou a investigar Márcio José Teixeira Capeloni, 40 anos, após receber a denúncia de uma locadora de veículos no Centro Comercial do Cruzeiro. Os funcionários da loja desconfiaram de Márcio, que se passava por policial civil e assessor de deputado, para alugar os carros da empresa.

Segundo o delegado Aloízio Gonçalves de Carvalho, chefe da 3ª DP, a locadora procurou a delegacia depois de que Márcio utilizou um cheque roubado para fazer o pagamento do aluguel de um veículo. “Eles queriam saber se Márcio era realmente policial civil. Então, começamos a investigá-lo”, afirmou o delgado. Ontem à noite, no momento em que o suspeito de estelionato voltou à loja para acertar parte da dívida e tentar alugar outro veículo, os policiais fizeram a prisão em flagrante.

Esquema ilegal

Os irmãos Gilvan Assunção Silva, 35 anos, e Genilton Assunção Silva, 29 anos, também foram detidos por receptação de mercadoria ilícita. Os dois são acusados de comprar os carros alugados por Márcio e depois revendê-los na cidade de Barreiras, na Bahia. Os irmãos alegam que não tinham conhecimento que o veículo era alugado. “Eles contaram que Márcio prometia entregar a documentação depois”, disse o delegado.

No entanto, era o quarto veículo que eles adquiriram de Márcio, três somente neste ano. “Em dezembro Gilvan comprou um Gol e mandou para o irmão na Bahia”. Os carros eram negociados a um valor abaixo do praticado no mercado. Com os acusados foram recuperados dois Fiat Pálio e um Gol, todos alugados na loja, além de R$ 3.500. Os carros estavam na casa de Gilvan, em Ceilândia.

De acordo com o delegado, o dinheiro seria parte do pagamento de um dos veículos. “O estelionatário dizia para os funcionários que alugava os carros para atender um deputado. Com isso, ia renovando o prazo devolução e enrolava a dívida com a loja”. Márcio pode pegar de um a cinco anos de prisão. Já a pena dos irmãos é de um a quatro anos. Os três podem ter a pena aumentada por terem praticado o crime mais de uma vez.

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