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06/03/2008 - Extra Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bolsa fraude: Cinqüenta certidões falsificadas para quadrilha receber benefício

Por: Antero Gomes, Marcelo Dias e Marcos Nunes


RIO - O Conselho de Ética da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) já identificou mais de 50 crianças cadastradas de forma fraudulenta como beneficiárias do auxílio-educação. Elas foram inscritas como filhas de funcionários fantasmas lotados em gabinetes de deputados. O corpo técnico que está investigando o caso na Alerj acredita que todos os certificados escolares sejam falsos (fórum: O que você acha da suspensão dos benefícios? ).

Sete deputados estão sendo investigados pela Alerj. À exceção do parlamentar Tucalo (PSC), que recebeu um prazo até sexta-feira, todos os outros tinham até ontem para apresentar suas defesas por escrito à Comissão de Ética. A deputada Renata do Posto (PTB) foi a primeira a fazê-lo. Os outros cinco deputados que estão sendo investigados são Jane Cozzolino (PTC), João Peixoto (PSDC), Édino Fonseca (PR), Délio Leal (PMDB) e Álvaro Lins.

A Comissão de Ética também já começou a fazer diligências. Uma delas foi direcionada ao Conselho Estadual de Educação. A Alerj quer saber informações sobre três colégios, localizados em Magé, Guapimirim e Caxias.

Segundo levantamentos preliminares, os estabelecimentos de ensino foram usados na confecção de certidões falsas, que serviram como comprovante na concessão do auxílio-educação. Esse benefício era pago na Alerj com valor de R$ 450 por filho de cada funcionário. Desde a aprovação de uma lei, em fevereiro, de autoria do deputado Marcelo Freixo (PSOl), só podem ser cadastrados até três filhos por comissionado.

Na última terça-feira, o presidente da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, reuniu-se com os deputados e teria dito que não vai "segurar as pontas de ninguém". Logo depois, ele saiu da sala da presidência e deu entrevista a repórteres, onde falou sobre a possibilidade de cassação.

É nesse clima que a Comissão de Ética da Assembléia Legislativa ouve nesta quinta-feira os primeiros quatro envolvidos. Foram chamados um assessor de um gabinete, identificado pela Alerj como um dos aliciadores; o ex-presidente do PSDC Vanderlei Galdeano, apontado também como aliciador por testemunhas; e mais dois envolvidos no escândalo.

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