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04/03/2008 - Portal Terra / O Dia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Alerj: professor envolvido em fraude será investigado


A Secretaria estadual de Educação (SEE) vai abrir processo administrativo para apurar o suposto envolvimento do professor de Matemática Marco Aurélio Marins nas fraudes do auxílio-educação da Assembléia Legislativa (Alerj). Além de servidor estadual, Marins é diretor da Associação Cultural e Educacional Pedro Ernesto (Acepe), localizada em Saracuruna, Duque de Caxias. A escola particular teria emitido comprovantes de matrículas supostamente falsos para permitir o pagamento de auxílio-educação a funcionários fantasmas da Alerj.

Apesar de ter duas matrículas na SEE, Marins, desde 1995 está à disposição da Alerj. Atualmente ele está no gabinete do deputado José Camilo Zito (PSDB), cuja base eleitoral é Duque de Caxias. Antes o professor já havia trabalhado para vários deputados, a maioria de Caxias.

A assessoria jurídica da Alerj vai apurar se Marins realmente assinou as declarações de matrículas supostamente emitidas pela Acepe. Procurado por O Dia, ontem, ele não foi encontrado para comentar o caso. O deputado Zito disse que, por enquanto, vai manter o professor em seu gabinete. "Até que provem o contrário, ele é pessoa de bem", disse Zito.

Além das denúncias contra seu diretor, a Acepe também está sendo acusada de emissão irregular de diplomas. Carlos Alberto de Souza, 43 anos, afirma que concluiu o curso de técnico em eletrotécnica na escola em 2000 e que, como o diploma não foi reconhecido pela Secretaria de Educação, perdeu o emprego em uma concessionária de energia. "Eles (direção da Acepe) disseram que era só fazer o curso, que o diploma sairia pelo Instituto Educacional Anchieta (Complexo Cultural Anchieta), de Parada Angélica. Eu e mais de 20 outros colegas que fizemos o curso fomos demitidos porque o diploma não valia nada", disse ele.

O setor de Inspeção Escolar da SEE, responsável por fiscalizar as escolas públicas e privadas do estado, informou que um estabelecimento de ensino não pode certificar o curso de outra instituição. O órgão informou ainda que o Complexo Cultural Anchieta foi extindo pelo Conselho Estadual de Educação em setembro de 2001, por apresentar várias irregularidades, inclusive mudança de endereço sem comunicar à SEE. Uma comissão especial será formada para investigar se os certificados de ensino emitidos pela Acepe têm validade ou não.

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