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03/03/2008 - Extra Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bolsa-fraude: Picciani determina suspensão do pagamento das bolsas-educação a funcionários da Alerj

Por: Marcelo Gomes


RIO - O presidente da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), afirmou nesta segunda-feira que determinou à diretoria e à procuradoria da Casa a suspensão do benefício de bolsa-educação de todos os funcionários nomeados para cargos comissionados. Segundo ele, os beneficiários que não se recadastrarem imediatamente não receberão o bolsa-educação este mês ( clique aqui e ouça o que ele disse ).

O recadastramento será feito já dentro do novo projeto de resolução que trata do tema, que limita a até três o número de bolsas que cada funcionário pode ter (mesmo que o número de filhos seja superior) e obriga a apresentação à Alerj de comprovantes de freqüência escolar de seis em seis meses. A suspensão do bolsa-educação foi tomada devido ao escândalo da "bolsa-fraude", que consiste em irregularidades envolvendo sua concessão. Até hoje, sete deputados tiveram seus nomes incluídos no esquema e estão sendo investigados pela Comissão de Ética da Alerj.

- Determinei à direção-geral da Alerj que baixe um ato que suspenda todos os benefícios e notifique os beneficiários, para que tomem conhecimento das novas regras. Além disso, todos deverão ser recadastrados. Nada ficará sem apurar, doa a quem doer - disse Picciani, acrescentando:

- O recadastramento já está aberto. Quem não se recadastrar dentro da nova regra, terá o benefício cortado neste mês de março. Só vai entrar na folha quem se recadastrar.

Mais um deputado suspeito de empregar funcionário-fantasma

O Conselho de Ética da Alerj vai investigar mais um parlamentar suspeito de usar funcionários fantasmas. O deputado Jodenir Soares (PTdoB) empregou Fernanda da Silva Bezerra no início de fevereiro. Ela já tinha passado pelo gabinete do deputado João Peixoto (PSTC).

Jodenir exonerou Fernanda nesta segunda-feira, assim que soube que a contratação dela era suspeita. Agora, já são oito deputados que serão convocados para prestar esclarecimentos ao Conselho de Ética.

Na tarde desta segunda, a Corregedoria do Tribunal de Justiça fez uma fiscalização em um cartório de Cachoeiras de Macacu, que teria sido usado no esquema. Os integrantes da quadrilha empregavam mulheres pobres com muitos filhos nos gabinetes e ficavam com os salários delas.

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