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06/12/2005 - Publico.pt Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dois terços dos consumidores receiam fraudes com as suas contas bancárias


Dois terços dos consumidores temem fraudes com as suas contas bancárias ou cartões de crédito e 45 por cento dizem estar dispostos a mudar para um banco que garanta maior segurança, revela hoje um estudo da Unisys.

Mais de um terço dos entrevistados (37 por cento) afirmam que estão disposto a pagar comissões adicionais ao banco para ter maiores garantias de segurança.

O estudo foi feito com base em inquéritos telefónicos realizados a mais de 8300 pessoas de oito países.

O inquérito revela que os mexicanos (78 por cento) e brasileiros (70 por cento) são os que mais se preocupam com a possibilidade de fraudes com as suas contas ou cartões de crédito.

Onze por cento dos inquiridos já foram vítimas de um destes dois tipos de crimes, percentagem que atinge 17 por cento nos EUA, onze por cento no Reino Unido, nove por cento no Brasil, oito por cento no México e em França, sete por cento na Austrália, três por cento na Alemanha e um por cento em Hong Kong.

Um terço dos inquiridos disse já ter recebido informação dos bancos sobre "phishing" (envio de mensagens electrónicas a pedir que deixem informação confidencial num site que é aparentemente do banco), mas mais de metade afirmou que gostaria de receber mais informação dos bancos sobre questões de segurança.

Os métodos de identificação segura preferidos pelos consumidores são os biométricos (através da análise digital da íris ou da impressão digital), seguindo-se a utilização de cartões inteligentes.

Utilizavam banca através da Internet 35 por cento dos inquiridos (57 por cento no México, 47 por cento na Austrália, 40 por cento nos Estados Unidos, 32 por cento em França, 30 por cento no Reino Unido, 27 por cento em Hong Kong, 27 por cento na Alemanha e 18 por cento no Brasil).

A Unisys considera que os bancos têm bons recursos para combater a usurpação de identidades, mas precisam de utilizar essas ferramentas de forma integrada e necessitam de processos de negócio que garantam uma melhor comunicação com os clientes sobre a prevenção daquele tipo de fraudes.

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