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01/03/2008 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresário que deu golpe de R$ 5 mi é preso na Fiúza

Por: Hélia Araujo


O homem acusado de dar golpes pela internet de mais de R$ 5 milhões, ao longo de cinco anos, foi preso na madrugada de ontem, em Ribeirão Preto. Jack Roberto Silva de Oliveira, 27 anos, estava com prisão preventiva decretada pela Justiça, e foi detido no seu apartamento, na avenida João Fiúza.
Segundo o delegado do 1º Distrito Policial, Gino Augusto Franco Sant’Anna, Jack era responsável pelas empresas Promarketing, CriArt, Lite Telecom, WiMax e Rabisck. Todas com sede em RP e já fechadas pela polícia. Ele é proprietário, também, da Unique e da Offers, que ainda atuam na cidade.
O caso é investigado desde março do ano passado. A polícia acredita que os golpes estivessem sendo praticados há pelo menos cinco anos.

Falsas promoções

De acordo com o delegado, 154 pessoas foram lesada no país. Ele já tem 13 passagens na polícia pelo crime de estelionato. Sant’Anna explicou que os golpes eram aplicados com “falsas promoções”.
“Ele anunciava produtos eletrônicos muito abaixo dos preços de mercado. Consumidores de todo o país compravam os produtos eletrônicos, pagavam e nunca recebiam. Embora tenhamos 154 vítimas catalogadas, acreditamos que milhares de pessoas foram lesadas por esse golpe”, informou.
No site de relacionamentos Orkut, há duas comunidades com 280 pessoas que afirmam ser vítimas do golpe. Existem dois sites na internet criados por consumidores lesados pelas empresas.

‘Laranjas’ são indiciados por estelionato

Além de Jack Roberto Silva de Oliveira, outras sete pessoas foram indiciadas por estelionato e formação de quadrilha, mas não tiveram a prisão preventiva decretada.
O delegado Gino Sant’Anna explicou que Jack comprava pequenas empresas, idôneas, por valores acima da média e não fazia a transferência de titulariedade delas.
“Inicialmente, os antigos donos dessas empresas foram identificados como ‘laranjas’, já que eram tidos como proprietários atuais”, explicou.
No entanto, o delegado declarou que depois que os golpes começavam os antigos donos tomavam conhecimento, mas não procuraram a polícia. “Essas pessoas foram coniventes com os crimes e podem responder por isso.”
A advogada Cláudia Seixas, que representa o empresário, disse que estuda pedido da revogação da prisão preventiva. Segundo ela, não há motivo para prisão, porque Oliveira não estava em fuga e sim em seu apartamento.

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