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29/02/2008 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia investiga fraude em emissão de passe livre

Por: Thomaz Pires


A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira mais uma pessoa envolvida com falsificação de laudos médicos para a aquisição de passe livre do transporte público do Distrito Federal. Agentes da Delegacia de Falsificações e Defraudações (DEF) prenderam em flagrante Kléber Veras de Oliveira, 41 anos, na Diretoria para Assuntos de Pessoas com Deficiência (DAPD), localizada na Estação de Metrô da 114 Sul. Morador do Recanto das Emas, ele apresentou um laudo médico atestando problemas de locomoção em decorrência de poliomielite. Ao ser interrogado, Kleber confirmou ter comprado o documento de um estelionatário no Recanto das Emas

A prisão desta tarde ocorreu dois dias depois que dois suspeitos de vender laudos falsos foram detidos, no mesmo local. Odívio Américo dos Santos e Carlos Alberto Teles davam entrada em pedidos para o benefício quando foram abordados pelos agentes. Segundo a polícia, há suspeitas de que eles estariam agindo no Paranoá, vendendo laudos falsos para interessados em adquirir o passe livre. Na casa deles, a polícia encontrou cinco carimbos, um livro do Código Internacional de Doença (CID) e vários formulários em branco. Após prestarem esclarecimentos, os dois foram liberados e deverão permanecer em liberdade durante as investigações.

Mais envolvidos

A prisão desta tarde reforçou as suspeitas da polícia, que investiga o envolvimento de grupos paralelos no esquema de fraude. A delegada responsável pelo caso, Eliana Penna, confirmou que a polícia já chegou a outros nomes. Segundo ela a investigação deve seguir durante o fim de semana. “Conseguimos identificar algumas pessoas que permanecem foragidas desde a última quarta-feira. Poderemos confirmar se há outros grupos envolvidos neste esquema de fraude com esses nomes”, observa.

Os levantamentos preliminares da polícia apontam que os estelionatários do Paranoá movimentaram o equivalente a R$ 600 mil. De acordo com a investigação, os detidos cobravam R$ 300 pelos laudos falsos. Já o morador do Recanto das Emas, revelou ter pago R$ 100 para adquirir o documento. Ele foi preso no momento que tentava renovar o benefício.

Sindicância

O governo do Distrito Federal admite que foram detectados 1.800 laudos com indícios de fraudes. A Secretaria de Justiça, que administra a emissão do benefício, adiantou que será instaurada uma sindicância para administrar o problema.

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