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29/02/2008 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Federal vai apurar falsificação de documentos

Por: Demitri Túlio e Nicolau Araújo


O juiz Francisco Ferreira Lima, da 14ª Vara Criminal, determinou a instauração de inquérito policial para apurar a falsificação de certidões negativas dos seqüestradores do empresário Mário Henrique Queiroz. Segundo a promotora Marília Uchoa Gomes, a decisão foi tomada depois que um funcionário da comarca de Afogados de Ingazeira e Flores, em Pernambuco, informou que a documentação expedida pelo fórum de lá era falsa. "Após receber os quatro mandados de prisão preventiva enviados pelo O POVO, que não estavam no processo, ligamos imediatamente para Ingazeira. Muito nervoso, um servidor revelou o crime", contou a promotora.

De acordo com Marília Uchoa, a determinação de abertura de inquérito foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal no Ceará. Ministério Público e Judiciário consideram que a condução do caso pela Polícia Civil daqui e de Pernambuco é capenga. "Eles (PF) irão investigar, não tínhamos como duvidar, por exemplo, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Espero que, agora, a Procuradoria da República peça a federalização do processo. Espero também que a Procuradoria Geral de Justiça se manifeste sobre o caso".

Na edição de ontem do O POVO, Marília Uchoa disse que os seqüestradores de Mário Queiroz haviam sido soltos por causa "do excesso de prazo para formação de culpa, decorrente da incompetência policial". A promotora afirmou ainda que o caso está emperrado porque se fundamenta em uma apuração policial malfeita no Ceará e Pernambuco, em ilegalidades, espancamento de preso no Fórum Clóvis Beviláqua, audiências que foram obstacularizadas, inquéritos que não foram abertos, interceptações telefônicas não analisadas e a necessidade de aprofundamento de investigações. Dos 16 nomes envolvidos, apenas sete estão identificados".

O empresário Mário Queiroz foi seqüestrado em agosto de 2006. Foi mantido em cativeiro por 11 dias, na cidade de Penaforte, na divisa cearense com Pernambuco. O cativeiro foi estourado em uma ação conjunta das polícias do Ceará e Pernambuco. O grupo era perseguido por policiais pernambucanos, sob acusação de seqüestro de um gerente de banco, sua mulher e filho, na cidade de Flores. Foram presos: Cícero Cândido, José Vanderlei, Cícero Manoel Taveira, Marlivânia Sousa (mulher de Cândido), José Manoel da Silva, Flávio Kenard e Francisca Holandira.

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