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22/02/2008 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação Higia prende fraudadores do INSS


MANAUS - Pelo menos 50 pessoas estavam sendo beneficiadas financeiramente, com redimentos de até R$ 2,5 mil, por mês, após obterem, por meio de fraude, auxílios-doença e aposentadorias por invalidez no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Amazonas, segundo informou a Polícia Federal (PF).

Em um ano, o esquema, descoberto pela PF do Amazonas, causou um prejuízo de cerca de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos federais. Segundo projeções feitas pelo INSS, caso a fraude continuasse, em um ano, o prejuízo poderia chegar a R$ 14 milhões.

Dez suspeitos são apontados como líderes do esquema, sendo quatro médicos, dois servidores do INSS e quatro consideradas ‘agenciadoras’ foram presas, ontem, na operação ‘Hígia’, da PF. Os mandados de prisão foram emitidos pela Justiça Federal do Amazonas. A PF não divulgou os nomes à imprensa, adotando as regras do novo manual de operações.

O Jornal do Diário do Amazonas apurou que foram presos os médicos particulares Paulo Daw Yen Su, 31, Dante Luís Garcia Riveira, João Sabino Nelson de Oliveira Neto e Antônio Nogueira de Farias, que é médico perito do INSS, os funcionários públicos do instituto, Marice Dutra Prestes e Maxwell Borges, e os agenciadores Orivaldo Santos, Magno Torres de Souza, Josué Sifuentes de Oliveira e Francisco Sérgio Carvalho. Além das prisões, a PF cumpriu 13 mandados de busca e apreensão, apropriando-se de documentos e computadores.

Falsificação

De acordo com a PF, a quadrilha falsificava atestados médicos, exames e laudos, com o objetivo de obter, ilegalmente, auxílios-doença e aposentadorias por invalidez. Os ‘agenciadores’, também direcionavam ‘pacientes’ para fazer a perícia com o médico integrante do esquema. Todos os envolvidos recebiam vantagens financeiras que dependiam do tempo de espera para obter o benefício.

O delegado da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários, Josafá Batista Reis, informou que, após prestarem depoimentos, os presos foram indiciados pelos crimes de formação de quadrilha, uso de documento falso e inserção de dados falsos no sistema, corrupção passiva e ativa.

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