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20/02/2008 - Última Hora News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa alega prejuízos com fraudes causados por consumidores


Empresa alega prejuízos com fraudes causados por consumidores de energia

As fraudes relacionadas ao uso da energia elétrica representam prejuízos da ordem de R$ 70,2 milhões ao ano para a empresa Elektro, que atua em 228 cidades - entre elas Pirassununga, Araras e Itirapina, na região de São Carlos, e atende 1,9 milhão de clientes.

A constatação é de Alex Silveira, da empresa Elektro. Segundo ele, cerca de 24 mil fraudes são detectadas por ano. "É muito dinheiro, por isso existe esse comércio", declarou.

Para Silveira existem "vendedores de fraudes", pessoas que possuem conhecimentos técnicos para "vender" redução no consumo de energia. "O que posso dizer é que existe um mercado vendendo fraude", completou o executivo.

Um estudo realizado pela Tecnométrica/Unicamp constatou que dos mais de 1.900 milhão de clientes da empresa, 162 mil, consomem o produto de forma irregular.

Silveira explicou que, consumir a energia irregular é criar um artifício para adulterar o funcionamento dos medidores, visando a redução do consumo de energia elétrica. Entre os exemplos, há violação da medição, obstrução no funcionamento regular do medidor, com o uso de arames, madeiras, líquidos, etc.

O desvio de energia também se caracteriza pela utilização de cainho alternativo para a energia elétrica ser consumida de forma parcial ou total, sem passar pelo medidor.

Para tentar combater as fraudes, a empresa verifica possíveis falhas ou fraudes nos equipamentos, variação de consumo e possui vasta tecnologia para identificar as possíveis irregularidades - como o uso de um aparelho - FiberScope - que permite detectar os desvios de energia e o Ampstik - que permite medir a energia, sem que a mesma seja desligada.

Uma outra medida é instalar no posto, em frente a casa do suspeito de cometer a adulteração, um medidor fiscal - com ele é possível fazer a comparação entre o consumo real de energia e o medido na fatura do cliente.

"Há pessoas que aparecem dizendo que tem um aparelho, uma técnica revolucionária para gastar menos energia, mas ele não fala que está vendendo fraude", contou Silveira. "Solução mágica para reduzir energia não existe, só picaretagem".

Antes do caso ir parar na Justiça, a empresa orienta o cliente para que negocie a dívida. "Nós comunicamos sobre o perigo de fraudar energia e também que cometer esse ato é crime".

A empresa costumava detectar uma fraude, de 4 a 5 anos, atualmente, é possível descobrir o problema num período máximo de 16 meses. "Até o final deste ano, deveremos descobrir a fraude em até 6 meses. Embora há casos que podemos pegar a fraude no mesmo dia", finalizou o executivo.

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