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19/02/2008 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falso advogado assassinado usava três identidades, duas delas falsas

Por: José Ribamar Trindade


A execução do falso advogado e ex-assessor parlamentar Altamiro Marinho da Silva, de 42 anos, natural de Vitória (ES), morto com vários tiros começa a causar polêmica. Nas investigações da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), Marinho aparece com outras duas identidades. Ele também se apresentava como advogado, sócio de um escritório de advocacia localizado na Avenida Filinto Muller, em Várzea Grande.

Marinho, segundo a delegada Anaíde Barros, da equipe de investigações da DHPP, usava possuia outras duas carteiras de identidades falsas com as fotos dele, mas em nome de Márcio Carlos Pimentel, e Edgar Floriano da Silva.

Além das duas identidades falsas, a polícia já descobriu outros dois CPFs falsificados, contas bancárias e cartões de crédito abertos, inclusive carnês de crediário com as duas identidades falsas.

A polícia também investiga algumas conversas encontrada no MSN do computador apreendido na casa de Marinho, na rua Jaciara, no Jardim Glória-2, em Várzea Grande. O falso advogado estaria envolvido com furtos de cheques ou coisa parecida, com pelo menos uma prefeitura que a DHPP ainda não identificou.

Altamiro Marinho, segundo ainda investigações de policiais da DHPP chefiados pela delegada Anaíde Barros, também teria contraído algumas dívidas, cujos credores ainda não foram identificados.

Recentemente, segundoa s investigações, Marinho teria começado a receber constantes ameaças de morte. Só que, ele nunca registrou ocorrência sobre as supostas ameaças até ser executado com vários tiros.

Para a polícia, as investigações não são apenas polêmicas, mas também difíceis devido o grande envolvimento da vítimas em outros tipos de crimes, inclusive estelionato e falsificação de documentos públicos que nunca vieram à tona.

As investigações, segundo a delegada Anaíde, estão aceleradas, mas ainda não surgiu uma pista contra o autor ou autores do assassinato, que pode ser uma pessoa que conheça muito bem a vítima.

“O Marinho foi morto dentro da casa dele. Isso nos leva a acreditar, que quem o matou o conhecia, e também conhecia casa dele”, acredita a delegada da DHPP.

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