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18/02/2008 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Metrô suspende funcionário que teria recebido propina em licitação


SÃO PAULO - O engenheiro do Metrô, Marcelo Diman, foi suspenso de suas funções na empresa, após ter seu nome envolvido em denúncias de recebimento de propina em licitações. De acordo com o diretor de assuntos corporativos do Metrô, Sergio Avelleda, já está confirmado que Diman fez uma viagem para a Europa com despesas pagas por um dos fornecedores do Metrô, a empresa Ezalpha, que teria vencido as licitações sob suspeita. De acordo com Avelleda, o engenheiro viajou quando estava em férias e não estava representando o Metrô.

- Quando tem interesse em conhecer procedimentos usados em metrôs outros países, o Metrô custeia as despesas de viagem de seus funcionários. E nesse caso precisa haver a aprovação da direção da empresa e do secretário de estado, o que neste caso não aconteceu. Estamos apurando se mais dois funcionários acompanharam o engenheiro nessa viagem. Tudo isso é incorreto - diz Sergio Avelleda.

Segundo ele, a denúncia de fraude está sendo investiga e o que parece é ter havido conluio entre funcionários da fornecedora - no caso a Ezalpha - e funcionários do Metrô.

Denúncias de um ex-funcionário, dão conta de que teria ocorrido superfaturamento em pelo menos três licitações para compra de peças do sistema de segurança. A Ezalpha teria tido acesso a informações privilegiadas e vencido a concorrência. Depois, ofereceu as peças a um preço superior ao vendido no mercado e a diferença teria sido dividida.

O diretor de assuntos corporativos diz que o sistema de licitação usado pelo Metrô é o mesmo usado em toda a administração pública do país. Sergio Avelleda diz que a empresa tem uma gerência independente para orçamentos e que mesmo após a conclusão do processo, as contas são examinadas pelo Tribunal de Contas.

- Mas como todo processo, ele não está imune a fraudes - afirma.

Segundo ele, os contratos com a Ezalpha foram feitos na modalidade de pregão presencial . Os dois contratos menores - um de R$ 48 mil e outro de R$ 76 mil - Avelleda diz que houve entre no mínimo quatro empresas e a Ezalpha ganhou com o menor preço. No contrato grande, de quase R$ 3 milhões, também vencido pela Ezalpha, não foi feito pagamento e eles estão suspensos, após as denúncias. Ele disse que o Metrô começou apurar o caso no dia 8 de janeiro.

- Se houve superfaturamento, isso será apurado - afirmou.

Se isso ficar comprovado, os funcionários serão punidos e a empresa ficará impedida de participar de licitações públicas.

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